sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Fuzil IA2: A brasileirinha


Esse fuzil criado por brasileiro já nasceu com a grande tarefa  e responsabilidade tanto de substituir o FN FAL, quanto se mostrar mais moderna e eficiente  do que a IMBEL MD-97 nas fileiras do Exército Brasileiro.  O IA2 apesar de algumas críticas se mostrou um projeto muito resistente a impactos, sujeiras e intempéries. Nesse artigo vamos conhecer melhor essa brasileirinha.

Observação importante: As informações presentes nesta matéria são para o público maior de 18 anos, para fins de conhecimento didático, e treinamento combativo baseado na legítima defesa e estrito comprimento legal que estão em nossa constituição e Código Penal. O uso indevido dessas informações, bem como suas consequências é de responsabilidade única e exclusivamente de quem praticar e desobedecer a lei. Então use o cérebro.



Depois de ler a mensagem acima podem iniciar a leitura do artigo abaixo:







História e evolução


O IA2 é fruto de estudos do Centro Tecnológico do Exército (CTEx) e da IMBEL para substituir o FN FAL e suas variantes nas fileiras do Exército Brasileiro. Após o Exército constatar que o IMBEL MD-97 não poderia suprir as requisitos básicos para substituir o FAL, a IMBEL começou a modernizar o projeto do MD-97, porém, a simples modernização do projeto, que usava muitas peças do FAL, não era suficiente para suprir as necessidades do Exército.

Com isso, começou o projeto de uma arma totalmente nova, inicialmente nomeada como MD-97 Mk.II, mesmo não se tratando de uma simples modernização do MD-97, e sim de um fuzil totalmente novo. Desenvolvido pelo Tenente-Coronel Paulo Augusto Capetti Rodrigues Porto, da Indústria de Material Bélico do Brasil (IMBEL) foi criado o IA2 para substituir o FN FAL e suas variantes nas fileiras do Exército Brasileiro. O novo fuzil veio ao público em 2010, quando começou a ser testado no Centro de Avaliações de Exército (CAEx), no Campo de Provas de Marambaia, Rio de Janeiro. Em 2012, o exército fez a encomenda inicial de 1.500 fuzis IA-2, no modelo 5.56×45mm  NATO e 7.62×51mm NATO, para serem distribuídas entre várias unidades do Exército, como a Brigada de Operações Especiais, a Brigada de Infantaria Paraquedista e as Brigadas de Infantaria de Selva. Em 2013 o Exército fez uma encomenda maior de 20.000 fuzis.

O produto final realizou mais de 70 mil tiros, em testes de resistência, submetido a areia, poeira, lama, altas e baixas temperaturas, bem como imersão em água, seguida de disparo. O desempenho em testes em ambiente em selva provou sua confiabilidade, assim como seu tempo de escoamento de 15 segundos após submersão. Também foi testado seu desempenho em paraquedismo, caatinga, operações especiais e etc.

Em Dezembro de 2013, o Exército fez uma encomenda de 20.000 fuzis 5.56.Em 2016, foi divulgado que o CAEx estaria para testar cinco protótipos da versão Fz 7.62.

A Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP) adquiriu um lote inicial de 500 fuzis para equipar a ROTA e Força Tática. Força Aérea Brasileira e Marinha do Brasil também estão adotando esse modelo de arma.
  



Anatomia e funcionamento


Tipo:         Fuzil de assalto
Local de origem:       Brasil
História operacional: Em serviço      2012 - presente
Criador:    Capitão Paulo Augusto Capetti Porto
Data de criação:      2009
Fabricante:       IMBEL
Período de produção:         2012 - presente
Quantidade produzida:        20 mil por ano

Especificações
Peso:        (Fuzil 5.56) 3,4 kg (descarregado)
Comprimento: 920 mm (Fuzil 7.62), 850 mm (Fuzil 5.56), 800 mm (Carabina 7.62), 850 mm (Carabina 5.56)
Comprimento do cano:   350 mm (Fuzil 5.56)
                                          490 mm (Fuzil 7.62)
                                          350 mm (Carabina 5.56)
                                          265 mm (Carabina 7.62)
Calibre:    5.56x45 mm NATO

                 7.62x51 mm NATO
 
Ação:        5.56 mm: A gás, com ferrolho rotativo, 7.62 mm: A gás, com ferrolho basculante
Cadência de tiro:     650 a 750 disparos por minuto
Velocidade de saída:       850 a 920 m/s (dependendo da munição)
Alcance efetivo:       600 m (Fuzil 5,56)
Sistema de suprimento: Carregador de 30 munições 5.56x45 mm NATO, Carregador de 20 munições 7.62x51 mm NATO
Mira         




O IA2 é um fuzil de fogo seletivo, que, dependendo da versão, pode ter mecanismos diferentes:

Fuzil 5,56 e outras variantes em 5.56x45 mm NATO: Sistema de ferrolho rotativo, com sete ressaltos;
    Fuzil 7,62: Sistema de ferrolho basculante, similar ao utilizado no FAL.

Mesmos com sistemas de ferrolho diferentes, ambos os fuzis tem características similares, como o sistema por acionamento de gases (na qual os gases resultantes do disparo são desviados para um tubo acima do cano, que empurram um pistão, localizado no tubo, que empurra o kit do ferrolho, liberando o estojo e carregando a câmara com outra munição), detalhes da mecânica foram alterados (como por exemplo, o extrator que teve seu desenho modificado para melhorar o processo de ejeção dos cartuchos deflagrados e o posicionamento do percussor foi modificado).

Seu seletor de modo de disparo possui 3 posições: Segurança (S), Fogo Semi-Automático (SA) e Fogo Automático (A).

IA2 com coronha rebatida: O fuzil teve sua ergonomia melhorada, tendo seu tamanho diminuído e sua empunhadura melhorada, o que quebra uma das principais similaridades do MD-97 com o FAL. A empunhadura em polímero, bem mais ergonômica do que nas armas anteriores, permite um posicionamento mais confortável da mão nas posições de pé, ajoelhado e deitado, além de possuir um guarda-mato em polímero integrado à peça, evitando as superfícies de contato em metal do modelo anterior, que causava certos ferimentos no manuseio rústico e resultava em problemas no frio.



Inicialmente, na versão 5.56, foi projetada uma coronha telescópica, em polímero, de desenho moderno, muito similar à utilizada no fuzil FN SCAR, e na versão 7.62, uma coronha de polímero rebatível muito similar à do M964A1 Para-FAL, com desenho moderno. Com o tempo, a coronha do 5.56 foi abandonada, sendo suplantada pela coronha da versão 7.62, mais barata e fácil de fabricar. A chapa da soleira tem borracha de alta resistência para amenizar o impacto. A cobertura em polímero da coronha evita o contato da pele do rosto com superfícies metálicas, sendo especialmente útil em operações a temperaturas extremas. Permite ser dobrada sem que seja pressionado nenhum botão, porém, como forma de mantê-la na posição rebatida em segurança, há um sistema de encaixe solidarizando o topo da coronha com o defletor de cartuchos.

O IA2 usa componentes do FAL e do M16. O carregamento do fuzil se faz depender sua variante. As variantes em 5.56×45mm NATO são carregadas com um carregador STANAG 4179, com capacidade de 30 cartuchos, padrão em todas as forças da OTAN, já a versão 7.62×51mm NATO são carregadas com um carregador padrão do FAL, com capacidade de 20 cartuchos. E utiliza a mesma mira do Para-FAL, alça de mira do tipo rampa deslizante, com as posições de 150 e 250 metros, sendo regulável manualmente no plano horizontal, sem necessidade do emprego de chaves de fenda ou outras ferramentas. A massa de mira também é a mesma do FAL, regulável em altura.

O guarda-mão tem uma placa de alumínio interna defletora de calor, o que permite até 200 tiros em sequência sem aquecimento, ao contrário do FAL, que não passava de 60. Os zarelhos são fixos, enquanto o de seu irmão mais velho, solto, o que provocava ruídos. Contrário ao FAL, os disparos do IA2 não têm a tendência de subir e a arma tem melhor desempenho em ambientes urbanos e próximos, com um tamanho cerca de 30 cm e peso de 2 kg menores do que os anteriores.

Por ter sua caixa de culatra e seu guarda-mão repleto de trilhos picatinny, o IA2 pode ser equipado com uma vasta gama de acessórios, que incluem lunetas, miras RDS (Red Dot Sight), miras holográficas, intensificadores de imagem, lanternas táticas, Lança-Granadas M203, unidades de controle de tiro, designadores a laser, entre outros acessórios. O cano é equipado com um quebra-chamas padrão da OTAN, podendo ser equipado com granadas de bocal. O fuzil pode ser equipado com uma baioneta IA2 ou AMZ, fabricados pela IMBEL.



 
Críticas: O IA2 vem sendo duramente criticado por especialistas e usuários. Entre as críticas, estão o fato de não possuir uma alavanca de manejo solidária ao transportador do ferrolho, tampouco o "retém safa panes" (forward assist), obrigando o soldado a desmontar e fazer a manutenção do fuzil em meio ao combate. Logo, não há solução para as panes de não trancamento correto devido ao acúmulo de lama ou areia ou não manutenção. Apesar de apresentar um ferrolho rotativo na versão 556, ele foi adaptado ao máximo para se manter o layout básico do FAL.

A tampa da culatra é deslizante e não é fixa ao guarda-mão superior, o que torna ineficaz o uso de miras e equipamentos óticos de precisão, inclusive tornando-o inútil na função de sniper. A mira tende sempre a desajustar com a força do movimento do ferrolho.

O IA2 também não modificou o eixo basculante da desmontagem da arma, que fica entre o receptáculo do carregador e o guarda-mato, assim dificultando muito a manutenção da arma e principalmente diminuindo o acesso ao mecanismo do gatilho e trava. Também dificulta a substituição de partes do corpo da arma. Fuzis modernos, como o M16, contornaram esse problema adotando o eixo basculante à frente do receptáculo do carregador e logo abaixo da junção do cano ao corpo da arma. Dessa forma, aumenta-se muito o ângulo de abertura da arma e facilita-se a manutenção e o intercâmbio de partes do fuzil.

Apesar da coronha de polímero, o IA2 usa o mesmo mecanismo de rebatimento do MD97, de metal. Também é criticado o abandono da coronha retrátil, que proporciona melhores condições de uso por pessoas de diversas estruturas e facilita o manejo da arma a partir de posições incomuns de tiro em combates urbanos.

A tecla seletora de tiro é a mesma do MD97, e adota um ângulo de 90º. Enquanto isso, fuzis modernos, visando melhor ergonomia, adotam um angulo de 180º. Isso evitaria que o operador precise tirar a mão da empunhadura para acionar a tecla e também que, incomodamente, elastique demais seu dedo.[11]

Os trilhos não são fixos e não cobrem toda a extensão da arma e o fuzil tem 200 partes, o que dificulta o trabalho da manutenção.

Duas características, mantidas do FAL e MD97, são a alavanca de acionamento do ferrolho posicionada no lado esquerdo do fuzil, não ambidestra, não podendo ser trocada sua posição e seu seletor de modo de disparo, que é posicionado no lado esquerdo do conjunto do gatilho da arma. Tudo isso dificulta a operação por atiradores canhotos. Embora seja vastamente criticado o fato de ser, declaradamente, um fuzil 100% destro (segundo o Exército Brasileiro, apenas 10% da tropa é canhota), o IA2 é tido como seguro para canhotos.


Variações

    IMBEL A2 Rifle 5.56mm 17.7 "
    IMBEL A2 5.56mm Carbina 14.5 "
    IMBEL A2 CQC 5.56mm 10.3 "
    IMBEL A2 7.62mm rifle de assalto / carabina [6] [7]
    IMBEL A2 7.62mm Sniper Rifle 20 "



 Conclusão:


Como vimos a IA2 conseguiu cumprir a difícil tarefa de substituir FN FAL e a IMBEL MD-97. Resistente a sujeiras e  temperaturas extremas apesar das críticas se mostrou eficiente para possíveis cenários de combate estando até hoje  nas fileiras do Exército Brasileiro. E você combatente urbano, gostou dessa brasileira?



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Diário de Guerra Z: Governo de São Paulo declara tolerância zero contra o crime


O novo governador de São Paulo Joao Doria intensificou o combate ao crime organizado, não dando trégua aos bandidos. Foi realizado em quinze dias três grandes operações pela Polícia Militar e a Polícia Rodoviária Estadual nas ruas das principais cidades do Estado, especialmente a capital paulista, e nas estradas que cortam os 645 municípios paulistas. Nessas operações, foram utilizados participaram 67 mil policiais militares, um número recorde. Como resultado 743 pessoas foram presas, das quais 424 em flagrante, entre elas 319 que estavam foragidos da Justiça. A PM recuperou também 195 veículos que haviam sido roubados. Nas operações, houve ainda a apreensão de 92 quilos de drogas e 64 armas ilegais. Segundo o governador João Doria (PSDB), que tem acompanhado algumas dessa operações na capital, o governo de São Paulo quer sufocar os criminosos. “Comigo será tolerância zero com a violência”, disse o governador.

Na última quinta-feira (11), durante o anúncio de disponibilização de cinco mil armas calibre 12 que serão usadas pelas equipes de radiopatrulha da Polícia Militar, o governador  Doria ainda declarou: “em São Paulo, a partir de agora, imobilização do bandido que estiver armado, se ele assim reagir, ele não vai para a delegacia, nem para a prisão. Ele vai para o cemitério”. O governador anunciou também que  todas as viaturas que prestam o atendimento das chamadas 190 estarão equipadas com as armas calibre 12, em até 60 dias. Antes, as espingardas de calibre 12 eram destinadas apenas para as operações noturnas. Nos atendimentos diurnos, as equipes saiam com pistolas .40.

E ainda Dória vetou o projeto de lei, aprovado em 2018, por deputados estaduais paulistas, que criava o Comitê Estadual de Prevenção e Enfrentamento à Tortura e o Mecanismo de Prevenção e Enfrentamento à Tortura do estado, que farias visitas periódicas às cadeias de SP para evitar que criminosos sofressem possíveis tortura. Com certeza essas medidas é o que os cidadãos paulistas já almejavam a tanto tempo, esperamos que os policiais possam desempenhar suas funções de combate ao crime com o amparo da administração publica.



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quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Fuzil FAMAS: Morte à francesa - Parte 2



Com uma história de idas e vindas a FAMAS a com sua leveza e praticidade mostrou potencial e inovações, na continuação da primeira parte da matéria vamos ver a sua estrutura e funcionamento.

Anatomia e funcionamento







1. Buttpad de borracha
2.  Estoque removível
3.  Resto de bochecha.  Pode ser revertido para atirador destro ou canhoto.
4.  Montagem móvel e porta de ejeção
5.  Pins
6.  Bipé
7.  Handguard
8.  Alça de carregamento
9.  Visão do lançador de granadas
10.  Apoio granada
11.  Flash hider / 22 mm lançador de granadas
12.  Barril
13.  Seletor de controle de incêndio: segurança, semi-automático, automático
14.  Desencadear
15.  Lançamento de revista
16.  Bloco de revista (dispositivo de segurança)
17.  Número de série
18.  (à direita): 3 voltas ou seletor automático
 (esquerda): anel de sling


Características:

 Fuzil: de assalto Bullpup 

 Lugar de origem: França 

 Histórico de serviço: Em serviço
 1978 – presente 

Desenhista: Paul Tellie 

 Projetado: 1967–1971 

 Fabricante: Indústrias GIAT 

 Variantes: F1, F1 Valorisé, G1, G2FelinoExportação FAMAS, FAMAS Civil, FAMAS Commando


 Peso: 3,61 kg (7,96 lb) ("FAMAS F1")
           3,8 kg (8,4 lb) ("FAMAS G2")


 Comprimento: 757 mm (29,8 pol.), 965 mm (38,0 pol) com baioneta


 Comprimento do cano:  488 mm (19,2 pol.) ("F1 / G2")
                                      405 mm ("G2 Commando")
                                      320 mm (12,6 pol.) ("G2 SMG")
                                      620 mm (24,4 pol.) ("G2 Sniper")




 Cartucho: 5,56 × 45mm NATO 


 Taxa de tiro: 900-1.000 voltas / min ("F1")
                      1.000-1.100 tiros / min ("G2")


 Velocidade:  930 m / s (3100 pés / s) ("F1")
                      925 m / s (3.030 ft / s) ("G2")


 Alcance de disparo efetivo: 300 m ("F1")
                                             450 m ("G2"): 

Alcance máximo de tiro: 3200 metros 




Mecanicamente, o FAMAS funciona como uma metralhadora San Cristobal ou AA-52 , usando o sistema de blowback retardado por alavanca originalmente desenvolvido por Pál Király. O parafuso não é rigidamente bloqueado quando disparado e imediatamente começa a se mover para trás. Uma alavanca aceleradora em forma de “H” é conectada no centro ao próprio parafuso, com a partes partes superiores empurrando o suporte do parafuso. O acelerador não pode se mover para trás além dos terminais do receptor até que tenha girado cerca de 45 graus e suas pernas superiores sejam maiores que as inferiores. Isso força o suporte do parafuso a se mover para trás muito mais longe e em jejum, em seguida, o próprio parafuso pode se mover. O tempo necessário para que o transportador de parafuso se mova o suficiente para liberar a alavanca do acelerador e permitir que o parafuso se mova para trás é longo o suficiente para permitir que a pressão caia para um nível seguro na câmara, e o impulso acumulado do transportador de parafuso é usado para percorrer a ação e carregar um novo cartucho. Uma câmara canelada é usada para facilitar a extração.





Dois estágios do disparo do mecanismo FAMAS: observe a diferença na distância de movimento entre o boltface e o portador acima dele.
 
Sequência de parafusos FAMAS: totalmente fechada no topo e totalmente aberta na parte inferior. Este sistema é bastante simples e nega a necessidade de um sistema de gás, mas tem limitações. É realmente no limite de um mecanismo seguro para um cartucho de alta pressão como o 5.56x45mm, e não tem muita tolerância para variações na pressão da câmara e do tambor. A variante F1 inicial do rifle adotada pelo exército francês foi projetada em torno do cartucho M193 de 55gr, incluindo uma torção de 1:12 que não é compatível com as agora mais populares balas de 62gr e 77gr. Também nos foi dito (embora não tenha sido encontrada confirmação) que o sistema de bloqueio em si não é excessivamente confiável com balas pesadas, devido à curva de pressão de diferença criada por essas rodadas. As versões mais recentes do G2 e exportação do rifle são construídas para rodar bem com rodadas mais pesadas (principalmente SS109 62), mas a grande maioria dos rifles do Exército ainda são versões F1 originais, que serão substituídas por um rifle completamente diferente ( o H & K 416, nós entendemos) ao invés de reformulá-los para os novos padrões.



Ao contrário de muitos outros rifles bullpup, o FAMAS não foi construído com a óptica de montagem em mente - ele é equipado com mira de ferro dentro do topo de sua alça de transporte. Estes são suficientes para fazer o trabalho, mas não particularmente notável. Vale a pena notar, no entanto, que tanto a mira dianteira quanto a traseira estão realmente montadas no cano e no receptor, e a alça de transporte está montada ao redor deles. Isso melhora a precisão, já que o despejo na montagem da alça de transporte não se traduz no movimento das miras.

A seleção de fogo deixa algo ser desejado. O rifle tem uma alavanca de segurança dentro do guarda-mato, que girou da esquerda para a direita. A direita (marcada como "1") é para fogo semiauto, a posição do meio (que bloqueia fisicamente o acesso ao gatilho) é segura, e a esquerda (marcada como "R" para "refazer" ou estouro) é para fogo automático. Esse fogo automático pode ser totalmente automático ou um estouro de 3 voltas, conforme determinado por um segundo seletor localizado sob a coronha. Aquele tem marcações de "0" (para auto completo ilimitado) e "3" para 3-round burst. Hoje, o disparo em rajadas está determinado a ser indesejável, mas ainda assim era uma boa ideia quando o FAMAS estava sendo projetado. Mais notáveis ​​para um bullpup de adoção antecipada, o FAMAS pode ser facilmente mudado de uso canhoto para destro. A alça de carregamento é totalmente ambidestra, localizada em cima do receptor dentro da alça de transporte. O parafuso é feito com recortes para o extrator para montar no lado esquerdo ou direito, e o receptor tem postes de ejeção em ambos os lados.     

O FAMAS também pode acomodar um lançador de granadas externo como um módulo adicional sob a proteção de mão;  o lançador de granadas M203 dos EUA é usado às vezes. 





Conclusão:





A FAMAS não teve muita sorte, com várias paradas e retomadas na fabricação e desenvolvimento do seu projeto serviu durante muito tempo o governo francês. Com seu design que busca a compactação e leveza do equipamento para o melhor uso pelo operacional trouxe inovação, e diferencial na época. Infelizmente com pouca confiabilidade em relação a outros fuzis foi substituído por outros mais reconhecidos por usos militares no mundo, mas até hoje tem seu lugar de destaque em ousadia e referência. E você o que achou do FAMAS? Tem algum outro modelo de armamento que gostaria de ver aqui?




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