sábado, 30 de setembro de 2017

Predadores Urbanos: Pedofilia, cultura e o mercado pornográfico





Mercado ilícito altamente rentável, o comércio de pornografia infantil em todo o globo milhares de pessoas pagam grandes valores a quadrilhas especializados em produzir e vender esse tipo de material, fotografias e vídeos que mostram crianças sendo abusadas e fazendo sexo com adultos e até com animais via Dark Web. No Brasil a indústria da pornografia infantil brasileira fatura aproximadamente R$4 milhões ao ano. Em 2005 a estimativa é que esse mercado tenha movimentado 10 bilhões de dólares, no mundo todo. Mas quem são essas pessoas que administram essas empresas? como fazem isso? Quem são seus clientes? E como esses predadores selecionam as suas vítimas? Existe isentivo a pedofilia a nossa sociedade via projetos educacionais e culturais?







Pedofilia



A pedofilia é definida como uma parafilia, uma  desvio de comportamento sexual, onde o predador sexual sente atração sexual contínua por crianças pré-púberes. Os pedófilos dependem de fantasiar e praticar comportamentos sexuais atípicos e extremos. Os pedófilos são geralmente homens e podem ser atraídos por um ou ambos os sexos.

A prevalência do transtorno pedofilico é desconhecida, mas a maior prevalência possível na população masculina é de aproximadamente três a cinco por cento, a população feminina é considerada uma pequena fração da prevalência em homens. Geralmente esses agressores possuem sintomas de ansiedade, depressão, distúrbios do humor e  abuso de substâncias entorpecentes, e ainda pode  ser violento com seus familiares e com as pessoas que o rodeiam, com exceção da criança. Gostam de coisas relacionadas ao universo das crianças: brinquedos, jogos por exemplo. Conversam com crianças como se tivessem a mesma idade delas justamente sobre assuntos relacionado ao mundo delas, para fazer amizade e atingir seu objetivo. É comum aqueles que são envolvidos com compras de pornografia virtual  tenha um poder aquisitivo elevado.


Esses criminosos geralmente são amigos da família ou parentes. Os tipos de atividades variam e podem incluir apenas olhar para uma criança ou se despir e tocar uma criança. No entanto, os atos geralmente envolvem sexo oral ou toque de órgãos genitais da criança ou do agressor. Estudos sugerem que as crianças que se sentem despreocupadas ou solitárias podem estar em maior risco de abuso sexual.

Embora não esteja claro se isso decorre da genética ou do comportamento aprendido, os modelos de aprendizagem comportamental sugerem que uma criança que é vítima ou observadora de comportamentos sexuais inadequados aprende a imitar e é reforçada mais tarde por esses mesmos comportamentos.

Assim os pedófilos de todos os continentes encontram, na rede mundial de computadores, uma forma de exercer seus crimes de forma anonima,  seja para satisfazer seus fetiches, ou para aliciar suas vítimas,principalmente nas salas de bate-papo virtual. A internet é um campo fértil e praticamente impune para atuar, fornece grandes quantidades de materiais que parecem sancionar a exploração e gratificação sexual ilimitadas. 

Online, o indivíduo pode assumir uma “pessoa” diferente e imaginar-se como viril, jovem e desejável. Isso pode alimentar um ciclo “viciante” de excitação e exaltação. Então, para manter este “alto”, eles continuam a ver. Em alguns casos  esse tipo de predador progride para fotos e vídeos “mais arriscados”, muitas vezes de crianças muito novas ou de crianças passando por encontros sexuais violentos com adultos.


Especialistas dizem que o consumo desse tipo de materiais podem desenvolver os impulsos dos indivíduos pedófilos, para começarem a caçar no mundo real. Todas as ofensas de pornografia infantil, incluindo a posse, são extremamente graves porque resultam em abuso perpétuo para a criança e validam e normalizam a exploração sexual de crianças.





O Mercado Comercial de Imagens de Pornografia Infantil na Internet






A expansão da Internet e a tecnologia digital avançada são paralelas à explosão do mercado de pornografia infantil. As imagens de pornografia infantil estão prontamente disponíveis através de praticamente todas as tecnologias da Internet, incluindo sites de redes sociais, sites de compartilhamento de arquivos, sites de compartilhamento de fotos, dispositivos de jogos e até aplicativos móveis. Os infratores de pornografia infantil também podem se conectar em fóruns e redes da Internet para compartilhar seus interesses, desejos e experiências abusando de crianças, além de vender, compartilhar e comercializar imagens, as comunidades on-line atraem e encorajam novos indivíduos a se juntarem a eles na exploração sexual de crianças.


A pornografia infantil é uma das empresas de mais rápido crescimento on-line, em 2005 atingiu valores  estimados de US $ 10 bilhões com venda de fotografias e vídeos que mostram crianças sendo abusadas e fazendo sexo com adultos e até com animais. De acordo com Mônica Horta, delegada e assessora de comunicação da Polícia Federal (PF), a indústria da pornografia infantil brasileira fatura aproximadamente R$4 milhões por ano. De acordo com a Associação Italiana para a Defesa da Infância, o Brasil ocupa o quarto lugar no ranking mundial de sites dedicados à pornografia infantil (a entidade trabalha com informações do FBI, a polícia federal americana).

Segundo a Associação de Sítios Advocando a Proteção da Criança, a pornografia infantil geralmente é distribuída de duas maneiras: A comercial que é distribuída com fins lucrativos ou pornografia infantil, e a não comercial que é oferecida gratuitamente ou negociada entre os infratores, como as redes P2P. A ASACP estima que os Estados Unidos têm a maior parcela de sites comercializados de pornografia infantil com cerca de 50% do mercado.


Um relatório divulgado pela European Financial Coalition explicou o atual mercado online de pornografia infantil. De acordo com o documento, cerca de 7,5% das imagens sexualmente abusivas de crianças são vendidas, com o resto dos materiais principalmente  através do uso da tecnologia peer to peer.

A aplicação da lei na União Européia quebrou um site comercial de transmissão na web, onde os homens pagavam entre US $ 25 a US $ 30 por uma sessão de 30 minutos. Os clientes também pagaram US $ 5.500 em um pagamento anual para receber capturas de tela do vídeo em sequência. A criança na web cam foi abusada sexualmente em sua localização em um país não revelado do Sudeste Asiático.

Para videoclipes individuais, as agências de segurança relataram preços tão baixos quanto $ 10. A assinatura de sites que oferecem imagens de abuso sexual infantil custa US $ 50 para uma assinatura de 3 meses. A demanda por novos materiais é refletida no preço, com arquivos de novas imagens sob demanda por até US $ 1.200. Os valores das fotos nem sempre são divulgados nos sites e geralmente são negociadas pelo dono e o comprador, através de e-mail e telefone. Porém, Mônica lembra de um caso, onde a PF recebeu uma denúncia de um site que vendia fotos de menores por apenas R$5.




27/04/2017 13h27 Atualizado 27/04/2017 13h27
No Brasil dois casos, podem exemplificar a grande rede por trás desse mercado:

O primeiro, em abril deste ano foi descoberto pela policia civil professores que faziam parte de rede de pornografia infantil com a "Operação Peter Pan" deteve 64 pessoas, em São José do Rio Preto, Araçatuba, Bauru, Presidente Prudente e diversas outras cidades vizinhas a essas quatro, que estão entre as mais importantes do estado.
Um outro caso em janeiro de 2014 foi preso, um técnico de informática de 53 anos  em flagrante em Viamão, na Região Metropolitana de Porto Alegre, por posse de material pornográfico infantil. A prisão ocorreu em meio ao cumprimento de um mandado de busca e apreensão durante a Operação #underground, da Polícia Federal, deflagrada em outros seis estados e no Distrito Federal.

Com o suspeito preso em Viamão, foram apreendidos três notebooks e diversos discos rígidos de armazenamento.

Ao todo, 18 pessoas foram presas na operação, que cumpriu ainda 21 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Ceará, Mato Grosso do Sul, Goiás, Rio Grande do Sul e Distrito Federal.existiam indícios de que alguns produziam material de pronografia infantil que era compartilhado em grupos de aplicativos de celular.


Interessante observar que os métodos que muitos criminosos usam para evadir a detecção da aplicação da lei também se tornaram cada vez mais sofisticados. Os fornecedores de pornografia infantil continuam a usar várias técnicas de criptografia e redes anônimas na  "Dark Internet", tentando esconder suas coleções acumuladas de imagens ilícitas de abuso infantil. Várias sofisticadas organizações criminosas on-line já escreveram manuais de segurança para garantir que seus membros sigam protocolos de segurança e técnicas de criptografia  na tentativa de evadir a aplicação da lei e facilitar o abuso sexual de crianças.


De acordo com o relatório anual de 2012 da organização de relatórios da Internet INHOPE, a maioria das imagens de pornografia infantil gratuitas e comerciais, envolveu crianças pré-púberes. 76 por cento das crianças vítimas identificadas em imagens em 2012 foram pré-púberes. 15 por cento estavam na puberdade e 9 por cento eram infantes. 75 por cento das vítimas nas imagens eram do sexo feminino, 13 por cento eram do sexo masculino e 12 por cento envolviam ambos os sexos.


Infelizmente, nenhum  país no mundo é imune a indivíduos que procuram explorar sexualmente crianças através de pornografia infantil. A produção e distribuição contínuas de pornografia infantil aumentam a demanda de imagens novas e mais flagrantes, perpetuando o contínuo abuso das crianças vítimas, bem como o abuso de novas crianças.


O trabalho da PF em investigar os sites só começa quando as denúncias oriundas de organizações não-governamentais, hackers, cooperações internacionais, agentes infiltrados e da própria população chegam até órgão. Após feita a denúncia, a equipe precisa descobrir o endereço de IP (Internet Protocol) do computador que estava postando o material. 

Com o número do endereço em mãos, é necessário solicitar a quebra de sigilo ao juiz competente para que se possa chegar ao responsável. A quebra de sigilo pode ser dada pelos provedores de internet. Porém um dos problemas observados por Mônica Horta, delegada federal, é que muitas vezes o número do IP corresponde a computadores utilizados em lan houses. E explica que neste caso, a PF vai até o endereço que corresponde aquele computador e exige do dono do estabelecimento a relação com os nomes das pessoas que utilizaram aquele específico aparelho no dia x." A partir daí se inicia outra investigação até chegar ao ‘vendedor’ do conteúdo pornográfico. Identificado o usuário é feito um pedido de busca e apreensão de todo material encontrado para diligência", relata.



Vítimas de Pornografia Infantil




Basicamente as crianças de qualquer idade podem ser vitimas desse tipo de crime. Crianças que são negligenciadas da guarda dos pais, são os principais alvos nas ruas.  De acordo com Mônica Horta, delegada e assessora de comunicação da Polícia Federal (PF),  e o diretor da organização não-governamental SaferNet Brasil, Rodrigo Nejm, afirmam ser difícil colocar em números o quanto essa indústria ganha, pelo fato de não ser divulgado pelos proprietários dos sites. "Uma foto pode ser vendida por qualquer valor", diz Rodrigo. Já as crianças, ganham brinquedos, roupas e afeto do abusador.

"Raramente uma criança ganha dinheiro nessa indústria. Na verdade acaba sendo uma relação de troca: você deixa eu tirar uma foto sua e eu te dou um brinquedo. É tudo muito inocente para o universo infantil", conta Mônica.

O mundo virtual também é uma ferramenta  imprescindível, tanto para os pedófilos, quanto para as empresas de pornografia, pois é possível fazer amizade e marcar encontros com as crianças, ou pedir para ela se exibir na câmera do computador.

Isso significa que crianças conectadas a um chat, por exemplo, estão vulneráveis a um aliciamento capaz de gerar graves consequências físicas e traumas psicológicos. Há 10 anos, os pedófilos precisavam recorrer a clubes fechados para trocar informações ou satisfazer seus prazeres. Hoje a internet facilita o contato dos pedófilos com suas vítimas, pois eles podem assumir qualquer personalidade e usar uma linguagem que atraia crianças e pré-adolescentes.




Meios de abordagem mais utilizados pelos pedófilos virtuais:


Mensageiro instantâneo – Programa que permite a comunicação instantânea entre pessoas, individualmente ou em grupo, através de textos ou voz. Essa ferramenta permite ainda o intercâmbio de vídeos e fotos. Ex: MSN, whatssap.

Chat – Canal de um determinado site que é utilizado, exclusivamente, para bater papo com um desconhecido. As salas de bate-papo são divididas por temas e idade, porém, é impossível garantir a veracidade das informações fornecidas pelos usuários.

Blog e Fotolog – É um registro divulgado na internet, como se fosse um diário, onde o usuário escreve suas ideias, angústias, desejos, e também pode incluir informações pessoais e fotos.

E-mail – Serviço de correio eletrônico, que permite aos usuários enviar e receber mensagens (textos, fotos, etc.)

Redes de relacionamento – São espaços virtuais capazes de reunir indivíduos e instituições com afinidades ou objetivos comuns, mantendo e ampliando relacionamentos inter-pessoais. Ex: Facebook.


Muitas vítimas de pornografia infantil sofrem de sentimentos de desamparo, medo, humilhação e falta de controle, dado que suas imagens estão disponíveis para que outros possam ver a perpetuidade.

Isso muitas vezes cria danos psicológicos duradouros para a criança, incluindo interrupções no desenvolvimento sexual, auto-imagem e desenvolvimento de relações de confiança com outras pessoas no futuro.

Na maioria dos casos de pornografia infantil, o abuso não é um evento único, mas uma vitimização contínua  progride ao longo de meses ou anos. É comum que produtores de pornografia infantil preparem vítimas, ou cultivem um relacionamento com uma criança e sexualizem gradualmente o contato ao longo do tempo. 

O processo de preparação promove uma falsa sensação de confiança e autoridade sobre uma criança para desensibilizar ou quebrar a resistência de uma criança contra o abuso sexual. Portanto, mesmo que uma criança pareça complacente em uma determinada imagem, é importante lembrar que o abuso pode ter começado anos antes da criação dessa imagem.


Quando essas imagens são colocadas na Internet e disseminadas on-line, a vitimização das crianças continua em perpetuidade. Especialistas e vítimas concordam que as vítimas retratadas em pornografia infantil muitas vezes sofrem uma vida de re-vitimização sabendo que as imagens de seus abusos sexuais estão na Internet para sempre. 

Infelizmente, as tendências emergentes revelam um aumento no número de imagens que retratam abuso sexual sádico e violento e um aumento no número de imagens que descrevem crianças muito pequenas, inclusive  bebês.





Pedofilia como cultura

Em nosso país devido a desestabilização política que estamos vivendo, e consequentemente social e cultural, a pornografia está chegando para as crianças por meio de projetos ligados a educação e cultura.

Os país precisam ficar atentos também o que está chegando a escolas e eventos culturais, como os exemplos abaixo:

  
O Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM) – local da exposição onde crianças podem tocar um homem nu – foi financiado com o dinheiro dos pagadores de impostos por meio da Lei Rouanet. O principal “incentivador” do museu no ano de 2017 – a empresa que capta os impostos estatais dos seus clientes para destinar aos projetos aprovados pelo governo – é o Banco Itaú.








A exposição Queermuseu, feita no Santander Cultural de Porto Alegre/RS e cancelada após mobilização nas redes sociais, chamou a atenção não apenas pelos quadros com pedofilia e zoofilia, como também por seu financiamento: R$ 800.000,00 financiados por meio da Lei Rouanet.


curta exibido continuamente na exposição em uma tela de LCD onde um homem ejacula no rosto do outro e segundo os expositores essa "obra" simboliza "a lágrima gay"









Livros escolares incentivando a pedofilia:







O livro enquanto o sono não vem, em um dos contos do livro, “A triste história de Eredegalda”, o pai sugere a ideia de se casar com uma de suas filhas, que acaba morrendo no fim da história.






Crianças dançando Funk nas escolas:

 Trabalho Escolar menin as dançando de maneira erótica o Funk
















Cuidados com as crianças 



Os pais nunca devem descuidar de proteger e orientar seus filhos. Esse tipo de predador costumam fazer amizade e oferecer presentes para as crianças e falar sobre coisas do universo delas, como desenhos animados, brinquedos, jogos. 

Os país devem explicar as crianças sobre perigos de conversar com pessoas que não são conhecidos, e avisar  para denunciarem caso alguém a tocar de forma diferente.

Familiares, educadores e adultos cuidadores de uma forma geral devem estar preparados para identificar as diferentes formas de atuação do pedófilo também na internet.

As crianças e adolescentes devem ser orientados e acompanhados a fim de que não sejam cooptados por pedófilos na rede de computadores. Crianças conectadas a um chat, por exemplo, estão vulneráveis a um aliciamento capaz de gerar graves consequências físicas e traumas psicológicos. Há 10 anos, os pedófilos precisavam recorrer a clubes fechados para trocar informações ou satisfazer seus prazeres.


Cuidados para evitar o assédio de pedófilos na internet:

Usar o computador e a internet junto com a criança. Criar condições para que a criança lhe mostre os sites por que navega;

Hoje a internet facilita o contato dos pedófilos com suas vítimas, pois eles podem assumir qualquer personalidade e usar uma linguagem que atraia crianças e pré-adolescentes;

Instalar o computador em um cômodo comum da casa, ao qual todos tenham visão e acesso. Sempre que puder, verificar as contas dos e-mails das crianças. Procurar saber quais os serviços de segurança usado nos computadores das escolas e das lan houses frequentadas por seus filhos;

Orientar crianças e adolescentes a não se encontrarem com pessoas que conheceram pela internet;

Instruir as crianças e adolescentes a não postarem fotos pela internet, e não divulgarem dados pessoais como idade, endereço e telefone;

Em salas de bate-papo dizer às crianças e adolescentes para nunca responderem a mensagens insinuantes ou agressivas;

Explicar para as crianças e adolescentes os perigos da pedofilia na internet;

Conhecer os amigos que a criança faz no mundo virtual. Assim como podem surgir boas amizades, também podem aparecer pessoas com más intenções. Criar dispositivos de bloqueio e controle de determinados sites. Explicar á criança que muitas coisas vistas na Internet podem ser verdade, mas também podem não ser.

A comunicação é fundamental. Mais do que qualquer programa ou filtro de conteúdo, a conversa sincera entre pais e filhos , professores e alunos, ainda é a melhor arma para enfrentar os perigos da pedofilia e muitos outros;

A escola deve ser um espaço privilegiado de discussão sobre essas questões, especialmente pelo seu caráter formador;

Cuidados nas Lan Houses. Lan houses são espaços comerciais com vários computadores em rede, que permitem o acesso à internet para diversos fins, desde elaboração de trabalhos escolares, profissionais, até compra de fotos e vídeos;

Um computador pode ser facilmente identificado através do seu IP, isso explica porque muitos pedófilos preferem utilizar computadores de lan houses, ao invés dos particulares, para comprar e divulgar fotos e vídeos eróticos de crianças, já que uma máquina desse estabelecimento é utilizada por diversos usuários diferentes em um mesmo dia, o que dificulta a identificação de criminosos e pedófilos.


Só no Estado de São Paulo, segundo dados da Secretaria de Segurança de São Paulo, entre janeiro e março deste ano, o número de denúncias contra exploração sexual de crianças e adolescente cresceu dos 2.667 casos de estupro registrados nas delegacias do estado, foram 1.794 envolvendo vulneráveis. A maioria dos crimes é cometida contra crianças menores de 14 anos.



O Disque Denúncia Nacional, ou Disque 100, é um serviço de proteção de crianças e adolescentes com foco em violência sexual (mas outras denúncias de violências, como contra mulheres, poderão ser feitas) vinculado ao Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, da SPDCA-Secretaria de Protção aos Direitos da Criança e do Adolescente do Ministério da Justiça e da SEDH-PR/Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República .








Conclusão



Como vimos a pedofilia pode estar presente nas rua, escolas e no mundo virtual. Um mercado bilionário que a cada dia cresce está sempre a procura de novas vitimas. Cabe aos país e educadores preservar a integridade física das crianças que estão sobre suas gurdas e orientar, sobre os perigos de fazer amizades com adultos fora de casa, e também devem os perigos da internet. 

Todos devem ajudar a combater esses predadores, não só pela orientação aos menores, mas também por denúncia aos órgãos competentes.  

Dúvidas, sugestões, deixem nos comentários. Se gostaram deixem um curtir e compartilhem. Muito obrigado






                                 Prof. Marcos Antônio Ribeiro dos Santos








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