domingo, 1 de outubro de 2017

Pragas Urbanas: Pequenas, resistentes e letais



Um dos principais inimigos que enfrentamos na cidade e muitas vezes passa despercebidos são as pragas urbanas. Presentes desde o início dos tempos e responsável pela morte milhares de pessoas ao longo da história, estão sempre se adaptando ao convívio humano e aos ataques lançados contra eles. A fauna pestilenta que habitam as nossas casas, esgotos e causam milhares de doenças e até prejuízo patrimoniais uma vez que muito desses seres se alimentam de madeira, roem fiação, destroem móveis e paredes, e também transmitem suas doenças e venenos a nossos animais. Um sobrevivencialista urbano deve conhecer esses inimigos e saber o por que da importância de extermina-los.













Os ratos






Os ratos  são considerados pragas,  tanto na área rural como na área urbana, pois danificam e destroem plantações e silos de armazenamento de grãos, onde também causam danos estruturais danificando fiações, estruturas, além de ser um vetor para diversas doenças, na maioria das vezes transmitidas pelas suas fezes, como salmonelose, tifo murinho, escabiose e leptospirose, ou através de seus parasitas que com seus hospedeiros como a Yersinia pestis, causam doenças como a peste bulbonica.  Na América do Norte, diversos casos onde a vítima apenas respirou o pó gerado pelas fezes do rato, tem sido associada à hantavírus, o que pode levar à Síndrome Pulmonar por Hantavírus (HPS).

A maioria dos ratos possuem hábitos noturnos; eles compensam suas limitações visuais com grande senso de audição, e confiam principalmente em seu sentido do olfato para localizar comida e evitar predadores. 

Tem capacidade de construir complexos de tocas na natureza ou em ambiente humano. Estas tocas costumam ter longas entradas e estão equipados com túneis/rotas de fuga.


Segundo o zoólogo americano Anthony Barnett, já faz 10. 000 anos que tentamos nos livrar deles. “Convivemos com os roedores pelo menos desde que a agricultura começou”, diz Barnett, professor emérito da Universidade Nacional da Austrália e autor do livro The Story of Rats (A história dos ratos, inédito no Brasil). Depois de tanto tempo de convivência, não é de espantar que os dentuços tenham aprendido nossas manias e nossas falhas e desenvolvido truques para conviver conosco sem correr muito risco. Em alguns ramos da árvore genealógica dos ratos, essas mudanças já caracterizam uma evolução da espécie, um salto determinado pela convivência conosco.



“Nós fornecemos muita comida e boas condições de sobrevivência para eles”, afirma Neide Ortêncio Garcia, do Centro de Controle de Zoonoses de São Paulo. Tanto é assim que, dos milhares de tipos de roedores nas florestas capazes de sobreviver de vegetais e insetos, as três espécies mais numerosas do mundo são aquelas que vivem nos esgotos, nos depósitos e nas ruas das cidades. São elas a ratazana (Rattus norvegicus), o rato de telhado (Rattus rattus) e o camundongo (Mus musculus).









Os pequenos Mus muscullus (camundongos, ratinhos, ratos de gaveta, muricha ou vários outros nomes regionais);

Os ágeis Rattus rattus (ratos pretos, ratos de teto, ratos de forro, ratos de navio);

E os robustos Rattus novergicus (ratazanas, ratos de esgoto, rato cinza, rato pardo).


 

Por que exterminar os ratos? Porque eles transmitem doenças ao ser humano. São pelo menos 55 enfermidades, segundo Normam Gratz, biólogo aposentado da Organização Mundial de Saúde (OMS), que listou doenças transmitidas direta ou indiretamente pelos rabudos. Mas ele mesmo reconhece que o número certamente é maior. Nenhuma delas teve um impacto maior que a peste, que começou no século XIV, na Ásia, e invadiu a Europa em um famoso e cruel episódio. Durante uma batalha, guerreiros turcos, diante da impossibilidade de romper a muralha de uma cidade da Criméia, onde hoje é a Ucrânia, arremessaram cadáveres contaminados para dentro dos muros. A peste, causada por bacilos transmitidos por pulgas de ratos, espalhou-se rapidamente e matou cerca de 25 milhões de europeus – um terço da população do continente naquela época.







Templo indiano abriga população de 20 mil ratos sagrados alimentados com leite fresco diariamente.


















As baratas






São 5 mil espécies do inseto que vive na Terra há 325 milhões de anos. Eis as principais:

Nome – Barata americana
Tamanho – 3 a 4 cm
Longevidade – 3 a 4 anos
Habitat – Ambientes escuros como sótãos, porões e esgoto.
Comuns no mundo todo, são maiores, e fazem voos curtos. É a espécie mais resistente: fica 90 dias sem comida e 40 sem água. Acredita-se que tenham vindo da África em navios negreiros.

Nome – Barata germânica
Tamanho – 1,2 a 1,6 cm
Longevidade – 1 ano
Habitat – Cozinhas e banheiros, despensa de alimentos, máquinas de café.
Elas têm asa, mas não voam e são as mais comuns nas cidades da América. Vivem até 45 dias sem comida e 14 sem água. Acredita-se que tenham ido para a Europa com os fenícios.

Nome – Barata de Madagascar
Tamanho – 5 a 9 cm
Longevidade – 2 a 5 anos
Habitat – No chão de florestas tropicais, principalmente Madagascar.
Esta espécie não é considerada uma praga urbana – na verdade, é até criada como bicho de estimação. São famosas pelo alto assobio que fazem quando se sentem ameaçadas.


Elas comem praticamente tudo. cola, fezes, papel, couro, outras baratas e cerveja azeda quente, que é seu alimento preferido.  E elas também curtem comer seres humanos – vivos ou mortos. Sim, elas “mordem”gente viva (que está dormindo) – sempre nas extremidades: dedão e sola dos pés, unhas e palmas das mãos, Elas podem roer os seus lábios enquanto você dorme – e deixam ali microrganismos que causam doenças.  Também há relatos de baratas que comem cílios. Elas não têm dentes, mas usam sua forte mandíbula para raspar as superfícies até deixar buracos doloridos. Também podem se alimentar de restos de comida, especialmente de leite seco na boca de bebês que estão dormindo. 




As crianças são mais suscetíveis por terem o sono mais pesado, mas adultos também não escapam. Se você é do tipo que curte tomar cerveja e comer salgadinho no sofá e acaba dormindo por lá mesmo, chegou a hora de repensar sua vida. Apenas 1% das mais de 4 mil espécies são caseiras. 
  aerossóis e outros produtos na forma líquida são eficientes contra a barata de esgoto (Periplaneta americana); para matar a barata de cozinha (Blattella germanica), as formulações gel são as mais indicadas.
 
As baratas também produzem secreções odoríferas que, quando liberadas de seu pequeno corpo, impregnam o ar do ambiente e deixam um sabor ruim nos alimentos. Além disso, elas também causam prejuízos materiais quando se multiplicam no interior de algum aparelho eletrônico, ou quando roem roupas ou tecidos. 
 

Doenças transmitidas pelas baratas


baratas
Mantenha sempre os alimentos bem fechados e lave os utensílios antes de usar. Nas patas das baratas, existem milhares de microrganismos que poderão contaminar tanto alimentos, quanto objetos pessoais, além de, transmitir várias doenças. 

Os principais sintomas de doenças transmitidas por baratas podem ser confundidos com os sintomas de uma virose rotineira. São eles: diarreia, febre, dores abdominais e náuseas. Alguns pacientes também chegam a ficar com pele e olhos amarelados. Na maioria dos casos, com o tratamento adequado, o paciente consegue alcançar a cura.

Uma das doenças que esse inseto pode causar é a Febre Tifoide. Ela é causada pela Salmonellatyph (mais conhecida como Salmonella). Essa doença também é transmitida através de água ou alimento contaminado, e até (pasmem!), através do beijo.

Além da Febre Tifoide, a barata pode causar conjuntivite, pneumonia e até lepra. Acredita-se que o vibrião da cólera é levado pela barata dos esgotos para os ambientes domésticos. Outro problema de saúde ocasionado são as reações alérgicas que são provocadas por restos deteriorados do corpo do inseto e por suas fezes que são pulverizadas no ambiente. Quando alguém alérgico inala essas partículas, desencadeia uma crise. Hepatite A pode ser transmitida por baratas.





Existem as espécie de baratas comestíveis, hoje muito divulgada como uma possível fonte de nutrição para a humanidade no futuro







O mosquito


Há 20 000 ou 30 000 anos, quando as sociedades humanas não passavam de pequenas tribos isoladas, as epidemias tinham um impacto localizado: ou dizimavam a população inteira ou davam imunidade (ao menos parcial) aos que sobreviviam. Quando o homem começou a comerciar e a guerrear em lugares distantes, viajantes que não tinham imunidade logo descobriram a dureza que era sobreviver em terras estrangeiras. Durante o Império Romano, por exemplo, qualquer estrangeiro que passasse o verão na Itália corria o risco de ser contaminado pela malária. Os exércitos que tentavam cercar Roma perdiam facilmente metade de seus homens para as doenças. As enfermidades também podiam ser transportadas para lugares distantes. Os mesmos navios que trouxeram os escravos da África para a América levaram os mosquitos que transmitem a febre amarela, a malária e a dengue .


Foi o médico cubano Carlos Finlay, em 1880, quem descobriu que os mosquitos podiam transmitir doenças. Poucas pessoas levaram a hipótese a sério até 1900, quando tropas americanas em Cuba sofreram diversas baixas devido à febre amarela. Uma equipe chefiada pelo médico Walter Reed analisou os casos da doença e conseguiu provas de que a teoria de Finlay estava correta.

O mosquito, Aedes Aegypti, por exemplo é transmissor da  dengue, vírus da zika e febre chikungunya, atualmente distribuído por quase todo o mundo, especialmente em regiões tropicais e subtropicais, sendo dependente da concentração humana no local para se estabelecer.

 


Atualmente, foi descoberto que a fêmea não se reproduz somente em água limpa e parada, pelo contrário. O mosquito pode se reproduzir em águas com altos níveis de poluição, como o esgoto por exemplo. A fêmea observa vários fatores influenciáveis ao crescimento das larvas, como a temperatura, luminosidade e resquícios de matéria orgânica. As larvas do aedes são sensíveis à luz, o que faz com que se desenvolvam bem em águas turvas.

As fêmeas, para realizar a hematofagia, podem percorrer até 2 500 metros. É considerado vector de doenças graves, como dengue, febre amarela, febre zica e chikungunya. O controle das suas populações é considerado assunto da saúde pública.











A mosca doméstica



A mosca doméstica, espécie mais comum em ambientes urbanos, tem uma maior atividade nas horas mais quentes do dia e à noite passa um longo período de repouso, pousada em fios, cercas, vegetações, etc. Esse período de descanso pode ser “comparado” ao sono do homem ou de animais, entretanto dormir é uma característica que não se aplica às moscas, tampouco a outros insetos, elas apenas repousam.

As moscas podem transmitir doenças porque estão em contato constante com materiais em decomposição, como fezes ou sujeira, transportando bactérias capazes de causar algumas doenças.

Vários estudos demonstraram que a mosca doméstica pode levar os bacilos da febre tifóide (Salmonella typhosa) nas pernas, corpo, tromba ou expulsá-la pela regurgitação ou nas fezes. Pode transmitir ainda diarréia, conjuntivites, lepra, tuberculose, tifo, gonorréia, erisipelas, cólera, meningite cérebro-espinal, peste bubônica, varíola, poliomielite, oftalmia purulenta, Disenteria; Diarreia; Micose; Berne;Tracoma; etc.

Veiculam ainda protozoários, podendo causar a disenteria amebiana, além de vermes, pois trazem seus ovos quando pousam em fezes humanas ou esterco de animais e logo a seguir entram em contato com o alimento humano.




  
Alguns cuidados simples para evitar as moscas domésticas e, consequentemente, as doenças que transmitem são:





 Não deixar acumular o lixo mais de 4 dias dentro de casa;

Lavar o fundo do recipiente onde é colocado o lixo com água sanitária 1 vez por semana;

Utilizar um prato ou outro utensílio para tapar a comida, evitando deixá-la exposta;

Evitar comer comida que esteve em contato direto com moscas;
Colocar redes contra moscas e mosquitos nas janelas;

Usar uma rede mosquiteira para dormir, especialmente no caso dos bebês.

No entanto, caso as moscas consigam se desenvolver dentro de casa mesmo seguindo estas dicas, existem formas de as eliminar, como usar inseticidas, armadilhas ou vaporizadores, por exemplo.





O cupim




Nas florestas eles até que têm um papel fundamental: ajudam a digerir os troncos das árvores que morrem. São os lixeiros da mata. E não é de hoje. Os primeiros fósseis conhecidos são de 130 milhões de anos atrás, mas provavelmente eles já existiam há 230 milhões de anos.
 

O cupim se adapta aos mais variados ambientes. Como odeia a luz, os reprodutores são exceção, fixa residência embaixo da terra e na escuridão. Protege-se das áreas iluminadas construindo pequenos túneis e torres. O problema é que as florestas estão sumindo e as cidades, cheias de papéis velhos e pedaços de tábuas, estão aumentando. Se há comida nos centros urbanos, é para lá que a peste vai. “Boa parte dos cupins que causam estragos hoje nas cidades da região sudeste entraram pelo porto, trazidos por navios”, conta  o biólogo Sidney Milano, da Associação Paulista dos Controladores de Pragas Urbanas.











A formiga




As pequeninas formigas parecem bem inofensivas à primeira vista, mas elas podem causar prejuízos muito maiores do que estragar um pote de açúcar. Isso porque, a rota das formigas em busca de alimento inclui os destinos mais excêntricos, como fezes, feridas, escarros, lixeiras, esgotos e animais mortos. Ao passar por estes lugares, elas carregam consigo, em suas patas, os mais diferentes tipos de micro-organismos nocivos, principalmente bactérias, fungos e vírus. Por isso, as formigas são veículos de inúmeros agentes causadores de doenças. E como possuem uma alta capacidade de proliferação e, geralmente, passam despercebidas, esses insetos podem se transformar em um verdadeiro perigo para a saúde.



Estudos comprovam que as formigas se contaminam com fungos e os distribuem por onde passam – até dentro do ninho. Os fungos podem causar alergias, principalmente respiratórias, e micoses (simples ou fatais). Além dos fungos, formigas podem atuar como vetores de bactérias perigosas, que transmitem aos seres humanos sérias infecções. Consumir alimentos que tiveram contato com formigas, por exemplo, é muito arriscado. Além de intoxicações alimentares, vômito e diarreia, esse hábito pode causar doenças como tuberculose (devido ao fato da formiga se alimentar de escarro) e até lepra (já que elas andam em ferimentos de outros animais).

Outro problema é a picada das formigas, que é comumente associada a reações alérgicas graves, como a crise anafilática. Isso ocorre como resultado da sensibilização (formação de anticorpos) para componentes do veneno destes insetos. Os sintomas mais comuns após a picada, para quem não é alérgico, são vermelhidão, inchaço, dor e coceira no local, que desaparecem após algumas horas, mas que podem causar grande desconforto. Para os alérgicos, a reação local por picada de formiga pode induzir ainda à formação de bolha no local da picada e ser mais duradoura.

Além dos riscos à saúde, formigas podem causar verdadeiros prejuízos materiais. Isso porque, algumas espécies instalam-se em aparelhos domésticos eletrônicos – pois eles apresentam temperatura adequada para sobrevida e procriação – e liberam uma substância ácida, que deteriora os aparelhos com o tempo.


Lembre-se da última vez que você matou uma barata. Se ela não foi imediatamente recolhida e jogada no lixo, quem poderia ter feito esse serviço por você? Exatamente elas: as formigas. “Se uma barata morta deixada no chão da cozinha desaparece de um dia para o outro, ela provavelmente foi levada por formigas. Isso mostra que formigas são insetos muito perigosos”, afirma o biomédico Roberto Martins Figueiredo, conhecido como Dr. Bactéria.



Ele alerta que apesar de serem consideradas inofensivas por muita gente, a rota das formigas em busca de alimento inclui os destinos mais excêntricos, como fezes, feridas, escarros, lixeiras e animais mortos. Ao passar por estes lugares, elas carregam consigo os mais diferentes tipos de micro-organismos nocivos, principalmente bactérias, fungos e vírus. “Por isso, formigas são consideradas um vetor de quase todas as doenças infecciosas”, reforça o biomédico.

O cuidado com estes insetos durante a Primavera deve ser dobrado, já que algumas espécies chegam ao auge da reprodução neste período. Nos dias mais quentes, as infestações de formigas são maiores. Por isso muita gente tem a impressão de que suas casas são invadidas por formigas nessa época do ano.



Prevenção




Para evitar o risco de intoxicação alimentar, vômito, diarreia e outras doenças é preciso ter atenção no manejo com os alimentos. Formigas presentes em biscoitos e bolos, por exemplo, podem ter tido contato com saliva ou ferida infectadas, o que pode causar tuberculose e lepra. Consumir alimentos que tiveram contato com formigas, portanto, é uma atitude arriscada. Veja abaixo, algumas dicas que ajudam a prevenir o problema:

Manter a cozinha sempre limpa;

Aplicar com uma seringa, água com detergente nos buracos onde as formigas saem;

Tampar as frestas com sabão em barra;

 Pendurar galhos secos de arruda nos armários;

Casca de limão ou cravo embebido em álcool afastam as formigas do açucareiro;

Borrifar água com cravo-da-índia nos ambientes com foco de infestação;

Se a infestação for séria, entrar em contato com um especialista em desinsetização.





A pulga





Os animais conhecidos como pulgas e bicho-de-pé  são animais hematófagos, ou seja, alimentam-se do sangue de hospedeiros como animais domésticos, ratos e o homem, sendo um grande transmissor de vírus ou bactérias, como no caso da peste bubônica e mais diversas doenças, de um hospedeiro a outro.
A transmissão ocorre quando a pulga está infectada por algum micro-organismo parasita e pica a o hospedeiro para sugar seu sangue.

Uma pulga pode sugar o sangue do hospedeiro até três vezes dia. Além de enfraquecer o hospedeiro sugando seu sangue, também tem outra importância médica relacionada à transmissão de vírus ou bactérias, como no caso da peste bubônica.


A doença mais comum transmitida pela mordida de pulgas é o tifo endêmico ou murino. Pode causar dermatites alérgicas, verminoses (Dipylidium caninum), anemia, estresse e viroses (pulga atua como vetor).

Transmitem para o homem riquetsioses (infestações responsáveis pelo tifo murino) e doenças bacterianas, como peste bubônica, tularemia e salmoneloses.

Pulgas atuando como hospedeiros intermediários

Atuam nos ciclos evolutivos de protozoários, cestódeos e nematódeos, sendo que desses, o que pode desenvolver doenças no homem é o cestódeo Hymenolepis nana, que causa a himenolepíase, doença que provoca alterações intestinais.





O carrapato

 


Os carrapatos são ectoparasitas da família das aranhas. Vivem nos capins, pelos campos, e também nas cidades, em frestas dos muros. Habitam onde há animais que possam parasitar pois vivem do seu sangue. E são perigosos. Carrapatos nos transmitem doenças perigosas para os humanos, e aos animais doméstico.

O perigo das picadas de carrapato são as doenças que este ectoparasita pode transmitir:

Doenças causadas por carrapatos no Brasil

As pessoas podem limitar a sua exposição a picadas de carrapatos, vestir calças e mangas compridas e usar repelentes de insetos. Embora a maioria das doenças de carrapatos tenha cura quando tratada no início, procurar conhecer os sintomas e se prevenir é a melhor forma de diminuir os casos de infecção, causada por doenças de carrapatos:
Febre maculosa, surgem manchas avermelhadas pelo corpo, febre alta, diarreia, dores de cabeça e no corpo;
Babesiose Humana, ocorrem febres intermitentes, anemia, calafrios, problemas intestinais, cansaço, dores no corpo e dores de cabeça.
Doença de Lyme ou Borreliose Humana Brasileira; ocorre o surgimento de uma mancha vermelha (eritema) ao redor da área picada podendo se espalhar por todo o corpo, mal-estar, febre, dores de cabeça, musculares e nas articulações.


Erliquiose Humana, ocorre vermelhidão da pele, febre, calafrios, dores musculares e de cabeça, falta de apetite, náuseas, vômitos, diarreia, faringite, tosse, dor abdominal, confusão mental e redução da imunidade.



Febre da carraça Colorado é causada por um vírus transmitido pelo carrapato madeira. Os sintomas geralmente começam dentro de 14 dias (média de 3 a 6 dias) da picada do carrapato. Os sintomas da febre da Carraça Colorado incluem febre, calafrios, dor de cabeça, dores musculares, sensibilidade à luz (fotofobia). O carrapato deve ser removido da pele e se necessário, tome um analgésico (não dê ácido acetilsalicílico (aspirina) às crianças). Essa doença de carrapato desaparece sozinha.



Febre recorrente é uma doença infecciosa bacteriana que pode ser transmitida aos seres humanos por carrapatos. Os sintomas geralmente começam de 3 a 11 dias (média de 6 dias) após a picada. Eles podem durar vários dias, ir embora, e depois voltar vários dias depois. Os sintomas da febre recorrente incluem febre alta que começa de repente e pode durar de 3 a 6 dias, dor de cabeça, aumento da frequência cardíaca, dor muscular e abdominal, mal-estar e erupção cutânea. Não possui vacina.

Anaplasmose é uma doença causada pela bactéria do gênero Anaplasma. É transmitida aos seres humanos por picadas de carrapatos. Das quatro fases distintas no ciclo de vida do carrapato (ovo, larva, ninfa, adulto), os carrapatos de ninfa e adulto são mais frequentemente associados com a transmissão da anaplasmose para os seres humanos. Os sintomas incluem: febre, dor de cabeça, calafrios e dores musculares. Geralmente, estes sintomas ocorrem dentro de 1-2 semanas de uma picada de carrapato. Anaplasmose é inicialmente diagnosticada com base nos sintomas e quadro clínico e mais tarde confirmada pela utilização de testes de laboratório especializados. Se não for tratada corretamente e precocemente, essa doença de carrapato pode ser fatal.


Tularemia, Febre da Mosca do Cervo ou Febre do Coelho é uma doença de animais e seres humanos causadas pela bactéria Francisella tularensis. Coelhos, lebres e roedores são especialmente suscetíveis e muitas vezes morrem em grande número durante surtos. Os seres humanos podem ser infectados através de várias maneiras, incluindo:


Altamente contagiosa e fatal se não for tratada. Os sintomas variam, dependendo da via de infecção, entre eles pode ser úlcera na pele, febre, dor de cabeça, vermelhidão nos olhos, vômitos, etc. Embora tularemia possa ser fatal, a maioria das infecções pode ser tratada com sucesso com antibióticos.

Evite tularemia fazendo:

    O uso de repelente de insetos
    O uso de luvas ao manusear animais doentes ou mortos

Doença Powassan, o vírus é transmitido aos seres humanos por carrapatos infectados. Sinais e sintomas dessa doença podem incluir febre, dor de cabeça, vômitos, fraqueza, confusão, convulsões, perda de memória e problemas neurológicos. Não existe um tratamento específico, mas as pessoas em situação grave muitas vezes precisam ser hospitalizadas para receber suporte respiratório, fluidos intravenosos ou medicamentos para reduzir o inchaço no cérebro.

Vírus Heartland, é causada por um carrapato que possui o vírus Heartland e transmite a doença. Todos os infectados têm febre, cansaço, dores de cabeça, dores musculares, diarreia ou falta de apetite. E têm baixos números de células que combatem as infecções e necessitam de hospitalização. Não existe vacina para essa doença de carrapato apenas cuidados de suporte para os sintomas.

Febre da carraça Colorado é causada por um vírus transmitido pelo carrapato madeira. Os sintomas geralmente começam dentro de 14 dias (média de 3 a 6 dias) da picada do carrapato. Os sintomas da febre da Carraça Colorado incluem febre, calafrios, dor de cabeça, dores musculares, sensibilidade à luz (fotofobia). O carrapato deve ser removido da pele e se necessário, tome um analgésico (não dê ácido acetilsalicílico (aspirina) às crianças). Essa doença de carrapato desaparece sozinha.

Erliquiose, causada por bactérias, a erliquiose é uma doença infecciosa, que pode ser transmitida aos seres humanos pelo carrapato “estrela solitária”. Ela causa febre, calafrios, dor de cabeça (muitas vezes grave), mal-estar (indisposição), náuseas e vômitos e uma erupção roxa ou vermelha. Os sintomas geralmente começam a partir de 1 a 21 dias (média de 7 dias) após a picada do carrapato. O tratamento deve ser o mais rápido possível.

Febre recorrente é uma doença infecciosa bacteriana que pode ser transmitida aos seres humanos por carrapatos. Os sintomas geralmente começam de 3 a 11 dias (média de 6 dias) após a picada. Eles podem durar vários dias, ir embora, e depois voltar vários dias depois. Os sintomas da febre recorrente incluem febre alta que começa de repente e pode durar de 3 a 6 dias, dor de cabeça, aumento da frequência cardíaca, dor muscular e abdominal, mal-estar e erupção cutânea. Não possui vacina.

Anaplasmose é uma doença causada pela bactéria do gênero Anaplasma. É transmitida aos seres humanos por picadas de carrapatos. Das quatro fases distintas no ciclo de vida do carrapato (ovo, larva, ninfa, adulto), os carrapatos de ninfa e adulto são mais frequentemente associados com a transmissão da anaplasmose para os seres humanos. Os sintomas incluem: febre, dor de cabeça, calafrios e dores musculares. Geralmente, estes sintomas ocorrem dentro de 1-2 semanas de uma picada de carrapato. Anaplasmose é inicialmente diagnosticada com base nos sintomas e quadro clínico e mais tarde confirmada pela utilização de testes de laboratório especializados. Se não for tratada corretamente e precocemente, essa doença de carrapato pode ser fatal.


Tularemia

Tularemia, Febre da Mosca do Cervo ou Febre do Coelho é uma doença de animais e seres humanos causadas pela bactéria Francisella tularensis. Coelhos, lebres e roedores são especialmente suscetíveis e muitas vezes morrem em grande número durante surtos. Os seres humanos podem ser infectados através de várias maneiras, incluindo:


Altamente contagiosa e fatal se não for tratada. Os sintomas variam, dependendo da via de infecção, entre eles pode ser úlcera na pele, febre, dor de cabeça, vermelhidão nos olhos, vômitos, etc. Embora tularemia possa ser fatal, a maioria das infecções pode ser tratada com sucesso com antibióticos.

Evite tularemia fazendo:

    O uso de repelente de insetos
    O uso de luvas ao manusear animais doentes ou mortos

Doença Powassan

O vírus é transmitido aos seres humanos por carrapatos infectados. Sinais e sintomas dessa doença podem incluir febre, dor de cabeça, vômitos, fraqueza, confusão, convulsões, perda de memória e problemas neurológicos. Não existe um tratamento específico, mas as pessoas em situação grave muitas vezes precisam ser hospitalizadas para receber suporte respiratório, fluidos intravenosos ou medicamentos para reduzir o inchaço no cérebro.

Vírus Heartland

É causada por um carrapato que possui o vírus Heartland e transmite a doença. Todos os infectados têm febre, cansaço, dores de cabeça, dores musculares, diarreia ou falta de apetite. E têm baixos números de células que combatem as infecções e necessitam de hospitalização. Não existe vacina para essa doença de carrapato apenas cuidados de suporte para os sintomas.

Diagnóstico e tratamento

Em geral, os testes laboratoriais específicos não estão disponíveis para diagnosticar rapidamente doenças transmitidas por carrapatos. Devido à sua gravidade, antibiótico é o tratamento muitas vezes usado.

Normalmente, remover o carrapato, lavar o local da picada e prestar atenção para os sintomas da doença é o necessário.

Algumas pessoas podem ter uma reação alérgica a uma picada de carrapato. Esta reação pode ser leve, com alguns sintomas irritantes. Em casos raros, ocorre uma reação alérgica grave (anafilaxia).
Obs: Se você estiver em região endêmica do carrapato estrela, transmissor da febre maculosa que é causada pela bactéria Rickettsia rickettsii e é muito perigosa, corra para o pronto-socorro se for picado, mesmo que não tenha sintoma algum. Vá direto ao médico se tiver febre, náuseas ou fraqueza súbita, mesmo que ache que não foi picado pelo estrela.

Esta doença, que é muito traiçoeira e que pode ser mortal, às vezes não apresenta sintomatologia clara então, na dúvida, vá ao médico e exija exames de sangue que comprovem ou não, seu contágio (leia aqui o que diz a Fiocruz sobre esse assunto). O carrapato-estrela parasita os cavalos soltos nos campos em todas as regiões do nosso país.

Em geral, os testes laboratoriais específicos não estão disponíveis para diagnosticar rapidamente doenças transmitidas por carrapatos. Devido à sua gravidade, antibiótico é o tratamento muitas vezes usado.

Normalmente, remover o carrapato, lavar o local da picada e prestar atenção para os sintomas da doença é o necessário.






O Escorpião


O Estado de Minas Gerais, parte de São Paulo, Bahia e Goiás são as regiões brasileiras consideradas propícias à proliferação dos escorpiões. O escorpião representa um perigo maior para as crianças menores de seis anos de idade.

Segundo o Serviço de Toxicologia do Hospital João XXIII, em Belo Horizonte, duas ou três pessoas são picadas por escorpião/dia e em alguns casos são registradas mortes em conseqüência de complicações causadas pelo veneno. No caso de Minas, o escorpião mais encontrado é o Tityus Serrulatus ou escorpião amarelo. Com as crianças são as maiores vitimas, o Centro de Toxicologia informa que devido à fragilidade do organismo e o peso corporal influenciam na ação do veneno. O mais comum é a dor intensa no local da picada. Como conseqüência podem ocorrer ainda, os vômitos, sudorese intensa e até parada cardíaca e acidente vascular cerebral.
 

É preciso lembrar ainda que os escorpiões gostam de lugares úmidos e escuros, como os esgotos, onde encontram alimento em abundância com as baratas, por exemplo. A maior ocorrência de escorpiões acontece durante os meses de dezembro e janeiro, além dos períodos chuvosos, época na qual acontece o desalojamento geral da espécie que sempre busca uma superfície para sobreviver. Além disso, é preciso ficar atento as construções antigas, em especial, com porões que são considerados excelentes refúgios e também, os locais com lixo acumulado. Como não existe no mercado produto capaz de eliminar os escorpiões devido à sua resistência , tomar medidas de prevenção é o que se tem para fazer.


Espitinho de escorpião e aranha vendidos na China


Cuidados



Para se prevenir são necessários alguns cuidados básicos, como: manter sempre fechados os ralos de pias, banheiros e tanques; manter limpas e vedadas as caixas de gordura; eliminar frestas nas paredes, muros, etc; proteger as soleiras de portas; eliminar baratas e não acumular lixo ou entulho. 

Agite os sapatos e roupas antes de usar; verificar sempre se não há escorpiões antes de pegar panos de chão e roupas úmidas; deixar os panos de chão sempre dependurados e tomar sempre cuidado ao mexer com lenhas, entulhos, tijolos, folhagens e pedras.

Em caso de acidente, procure imediatamente um centro médico especializado que normalmente contam com equipes especializadas para tratamento de picadas de escorpião e outros animais. 

Se detectar a presença de algum escorpião em sua casa, apartamento ou região onde mora, procure imediatamente o distrito sanitário de seu bairro, região ou cidade.





A prevenção contra outros artrópodes peçonhentos como aranhas,  e outros a prevenção e cuidados é basicamente os mesmo do escorpião visto acima.





E os Pets?




Perigosos para nós humanos, mais perigosos ainda para nossos amigos de quatro patas, em muitos aspectos mais frágeis do que nós.  Por isso a necessidade de sempre manter limpo o lugar onde ficam e leva-los regularmente no veterinário, pois apesar de aparentemente não demonstrarem sintomas, eles podem estar transportando algum vírus ou bacilo pego por meio de poça d'água com urina de rato, picada de insetos e alimentos contaminado por por ratos, insetos ou outros animais contaminados.

 

Vários animais domésticos são vitimas de doenças de ratos trazidas do esgoto por água da chuva, ou ainda o contato direto com as fezes e urinas desses animais não podendo esquecer que os ratos também são transmissores dentre várias doenças a raiva. 


Pulgas são outros grandes aos nossos amigos de quatro patas.







Doença transmitidas por pulgas:


1 - Dermatite alérgica

É uma das alergias mais comuns nos cães e gatos. É um problema que pode ser transmitido dos pais para os descendentes. A saliva da pulga causa uma forte reação alérgica no animal desencadeando um prurido (coceira) muito intenso. Queda de pelos, feridas, descamação e mal cheiro são sinais clínicos frequentes. Pode se desenvolver uma infecção na pele (piodermite).

Forma de tratamento:

O tratamento é feito com antialérgicos, antibióticos (em muitos casos) e cicatrizantes. Como em qualquer outra alergia, não existe cura, apenas o controle. Os animais que desenvolvem a dermatite alérgica apresentam os sinais mesmo com pequenas infestações por pulgas; assim, o combate ao parasita tem de ser intenso e é o único meio de se controlar a doença.

2- Verminoses

A pulga pode transmitir vermes ao cão ou gato. O mais comum é o Dipylidium caninum, que causa diarreia com muco e sangue. Os vermes têm aspecto de grãos de arroz quando encontrados mortos nas fezes ou pelos, próximos à região do ânus do animal. Em grandes quantidades, o verme pode causar ataques convulsivos, uma vez que secreta uma toxina que age sobre o sistema nervoso.

Forma de tratamento:

Todo o animal que teve uma infestação por pulgas deve ser vermifugado.

3- Anemia

A pulga se alimenta de sangue, assim, se o animal tiver uma grande infestação por um tempo prolongado, ele poderá apresentar um quadro anêmico. Animais jovens ou idosos são mais susceptíveis. A anemia tornará o cão letárgico e inapetente.

Forma de tratamento:

De nada adianta tratar a anemia se o animal continuar infestado pelas pulgas.

4- Stress

Os animais podem ficar mais irritados e, às vezes, agressivos quando infestados por pulgas. A coceira intensa pode fazer com que o animal pare de se alimentar e perca peso. Animais cardíacos ou com alterações na coluna (calcificações ou "bico de papagaio") podem ter o problema agravado pelo esforço constante em se coçar, chegando a ficar exaustos e ofegantes.


5- Transmissão de vírus

Acredita-se que as pulgas podem transmitir vírus de um animal doente para outro sadio. Dependendo da carga (quantidade) de vírus que a pulga "carregue" e a capacidade infectante dos mesmos, o animal poderá desenvolver a virose.







Doenças transmitidas por carrapatos






Um dos maiores inimigos dos animais é o carrapato, pois ele é transmissor de dezenas de tipos de doenças aos animais. Acima vimos as doenças que são transmitidas aos homens que são basicamente as mesmas transmitidas aos animais, porém estes tem muito menos resistência contra esse inimigo implacável.

A perda de sangue é uma questão importante quando se trata das infestações por carrapatos. As fêmeas de algumas espécies consomem mais de 8mL cada uma. Em alguns casos, as infestações por carrapatos atingem tal magnitude que os cachorros morrem por causa da perda de sangue ou por tornarem-se susceptíveis a outras doenças devido ao estado debilitado.

Os carrapatos podem transmitir várias doenças aos animais e aos seres humanos, podendo causar doenças graves e muitas vezes fatais. Dentre as mais comuns podemos citar a babesiose canina, a erliquiose canina, a doença de Lyme e a febre maculosa.


Como prevenir estas doenças





O uso de produtos que controlem a infestação de carrapatos no meio ambiente e sobre os animais é fundamental para o controle e prevenção das doenças transmitidas por estes artrópodes. 




Após a identificação dos parasitas no cão ou gato, é extremamente necessário agir para acabar com eles o mais rápido possível!

Para isso, existem diversos métodos que também servem para acabar com as pulgas!

Xampu antiparasitas ou carrapaticida

A eficácia é baixa, durando apenas 24 horas, por isso, pode ser utilizado como método emergencial.

É fácil de aplicar, assim como um xampu convencional e possui um custo acessível. É importante dar banho no cão ou gato com cuidado para não deixar que entre em contato com os olhos dele!
Não possui efeitos colaterais, mas no dia seguinte, já pode haver presença de pulgas e carrapatos novamente.
Coleiras antipulgas ou carrapaticidas

Estas coleiras liberam continuamente o princípio ativo antiparasitário e sua vida útil é de no mínimo 5 meses.
É o melhor método para prevenção de parasitas, e não para um tratamento intensivo de infestação.

Em casos extremos, pode haver reação alérgica a algum componente da coleira, e seu uso deve ser imediatamente interrompido. Animais que não possuem o hábito de usar coleira, podem estranhar a presença, então é necessário avaliar se é uma boa solução mesmo para o seu cachorro ou gato.


Sprays antipulgas e carrapaticidas

São uma ótima forma de combate eficaz os carrapatos, tanto para prevenção quanto para tratamento de infestações, com ação imediata!
Os sprays possuem fácil aplicação, basta ser espirrado no corpo inteiro do animal, tomando cuidado para não afetar focinho, boca e olhos. Mas é preciso atenção! Em casos de pelos compridos, é necessário afastá-los para que a composição do spray atinja diretamente a pele.

Pipetas ou bisnagas

Semelhantes ao spray, as pipetas (também conhecidas por bisnagas e ampolas) possuem uma composição bem concentrada, por isso a ação é um pouco mais lenta, mas igualmente eficaz!

Para tratar um animal, é necessário aplicar o líquido da pipeta no dorso, é simples! Esta composição penetra na pele e se espalha pelo corpo todo através das glândulas sebáceas, o que pode levar até 2 dias para completar a ação totalmente.

A ação dura até 3 meses e combate todos os parasitas.

Tabletes mastigáveis

Pouco conhecido, mas bastante eficaz e fácil, o método de tabletes é bem interessante!
Ainda é novidade no mercado, mas as marcas que oferecem garantem qualidade no tratamento contra pulgas e carrapatos, bastando apenas oferecer um tablete ao animal, que após ingeri-lo, a ação já começará a acontecer no corpo.

A ingestão do tablete promove proteção por 30 dias e é ideal para animais que possuem algum tipo de alergia a medicamentos ou dermatite grave, evitando o contato da pele com um remédio que possa irritá-la.

Como dito acima, os testes laboratoriais específicos não estão disponíveis para diagnosticar rapidamente doenças transmitidas por carrapatos e devido à sua gravidade, antibiótico é o tratamento muitas vezes usado e o procedimento inicial é, remover o carrapato, lavar o local da picada e prestar atenção para os sintomas da doença é o necessário. 


Escorpiões, aranhas, lacrais e outros artrópodes peçonhentos









Para livrar seus animais desses seres peçonhentos, mantenha sempre limpo e livre de sujeira e umidade o lugar que seu animal fica, com o os quintais, por exemplo. são muito perigosos tanto para as crianças como para os animais domésticos.









Conclusão






As pragas urbanas ao longo da história humana já dizimaram milhares de nações, chegando até um terço do continente europeu com malária, peste bubônica entre outros. Esses animais são sobreviventes e estão sempre se adaptando ao ser humano e aos ataques contra eles. 

Um sobrevivencialista urbano nunca pode esquecer a necessidade de se preparar contra estes inimigos, doenças e danos ao equipamentos e ataque a dispensa são os danos que podem causar, causando uma grande desestabilização não só no dia a dia, como também em um cenário de crise. Estão nunca esqueça de estar preparado contra eles. Estudando as formas de prevenções e guardando equipamentos que ajude no combate a essas pragas que de forma alguma deve ser subestimadas.

Dúvidas, sugestões, deixem nos comentários. se gostaram curtam e compartilhem. Muito obrigado.





                                 Prof. Marcos Antônio Ribeiro dos Santos










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