segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Bem vindo ao país reverso




Esse é o conto do País reverso, um mundo onde tudo era ao contrário. Em um país imaginário que foi dominado pela corrupção. Os criminosos ditavam as regras e as lei. Os policiais eram odiados e mortos. As crianças nesse mundo reverso entravam no crime desde cedo, e seguiam carreira no mundo do crime. Assim todos ficavam felizes mães, pais e avós. pois esses filhos não deixavam nada faltar em casa. Esse país era o País Reverso. As pessoas de bem eram poucas e eram chamadas de coxinhas, e eram perseguidas e mortas. A constituição era só uma formalidade, para parecer um país normal.

A mente das pessoas desse país também funcionavam ao contrário, tanto que a grande população do país reverso adoravam mentiras e voltavam em todo tipo de corrupto, e o povo elegia até palhaços para representa-los. E todos adoravam a figura do  eterno salvador do povo reverso, o presidente que transformou o país em uma espécie de Sodoma moderna, o nome desse líder do povo reverso era  o ladrão chefe de nome Molusco. 



Ele roubava muito, mas jogava umas migalhas para baixo para o povo reverso. Assim todo mundo vivia feliz. Nesse país tudo era possível. Qualquer um podia ser cantor, mesmo se não soubesse ler, escrever ou mesmo falar direito. Os CDs com musicas horríveis faziam sucesso do mesmo jeito. As ONGs e Associações ganhavam milhões anualmente em verba federal., para que as crianças aprendessem a grafitar paredes, dançar rodopiando no meio da rua, e gravar seus CDs horríveis. 
 

Nas praças tinham pistas de skate, locais para grafitar, e dançar, inclusive com locais para ligar caixa de som para tocar a música horrível que fazia apologia ao crime, formando um grande baile a céu aberto, com muita droga e sexo,esse povo reverso era muito engraçado.

Uma vez por ano eles faziam uma grande festa a fantasia e saiam pelas ruas e avenidas fantasiados e dançando. E em quatro em quatro anos eles tinham a Copa do seu esporte favorito, chute ao gol. Apesar de ser comprovado que o resultado de todos os campeonatos  de seus times estaduais eram manipulados pelos senhores dos jogos, o povo reversos não se importava, pagavam caro para poder assistir o jogo no campo o esporte chute ao gol.

Nesse país  estranho, as crianças na escola tinham aulas  onde aprendiam que podiam escolher se queriam ser menino ou menina, como mágica podiam mudar o sexo quando quisessem. Os pais não se importavam já que não havia qualquer manifestação nas ruas sobre os seus filhos varões serem ensinados que podiam usar calcinha e brincar de boneca.




Mas o mais estranho é os alunos ficavam nessas escolas nove anos e saiam sem saber escrever o próprio nome, não tendo a mínima capacidade de interpretar qualquer texto que liam. Os alunos podiam usar celulares na sala de aula, e saírem quando quisessem para jogar bola no pátio, mesmo assim todos passavam. E se espancassem o professor por qualquer motivo nada acontecia, pois a lei do país reverso as protegiam, assim como seus pais apoiavam e ameaçavam os professores.



Os adultos do país reverso não queriam mais trabalhar, pois o crime e as bolsas do governo reverso permitiam que eles entrassem no mundo divertido do consumo sem problema. Mesmo em creches próximos as favelas bem miseráveis era possível ver todas as crianças com celulares e tênis caríssimos, que nem as professoras poderiam imaginar em comprar com seus salários.

Os hospitais funcionavam também ao contrário. As pessoas iam pra lá  para serem curadas, mas morriam. Ficavam em corredores lotados, faltava remédios, equipamentos, e das poucos que eram atendidas morriam de infecção generalizada. 


Mas mesmo assim todos viviam felizes. Tanto que até outros países admiravam a alegria desse povo, que podia ser confundida até com alienação.

 A programação da TV mostravam histórias encenadas por atores, onde a família era visto como uma coisa errada. Chamavam de Heteronormativismo, um nome muito estranho mesmo. Era incentivado o casamento do mesmo sexo, mesmo que não iria gerar outro cidadão. E não era preciso ser casado para ter filho. Com isso ficavam milhares de crianças a disposição do crime.





Nesse país reverso pessoas do Bem eram mal vistas. Policiais eram mortos e as autoridades nem se importavam em fazer alguma coisa. Morriam vários policiais por dia. E os que ainda viviam não podiam prender ninguém, ou acabaria respondendo por abuso de autoridade, pagando indenização para o criminoso e indo preso. Afinal era um país reverso. Por sua vez, grande parte dos Juízes e promotores  protegiam os direitos dos criminosos e maltratam policiais.  




Mesmo com tantas coisas bizarras acontecendo o povo reverso era realmente feliz, e o consumo vivia aumentando, todos faziam  compras e mais compras. Então quem pagava as bolsas e repunham o dinheiro que os políticos roubavam nesse mundo?  As pessoas de bem, sempre mal vistas e também chamadas de coxinhas pela população reversa.

Elas tinham que trabalhar muito, mas muito mesmo, e mesmo assim não conseguiam comprar coisas que queriam ou precisavam, pois eles tinham que manter a sua família e  ganhar o suficiente para pagar os impostos para o povo reverso, poder viver feliz sem trabalhar.

E o salário dos servidores públicos que trabalhavam em situação precária, nunca subia e ainda apareciam projetos de lei para suspender o salário, tudo para agradar o povo reverso adoradores do grande chefe Molusco. 



As pessoas de bem eram brutalmente assassinadas. Andavam com medo dia e noite pois um a cada três tinham algum familiar que foi morto pelo crime, 60.000 inocentes por ano vitimas de homicídios, mas mesmo assim, as pessoas de bem não podiam andar armadas. Só os criminosos e seus familiares reversos podiam andar tranquilos. 

Esse estranho conto não tem um fim, cabe cada um imaginar como acaba a situação do mundo reverso e a horrível situação das  pessoas de bem.

E lembre-se essa história é apenas uma ficção, já que um lugar assim jamais existiria no mundo real. Ainda bem que é apenas um conto infantil, seria impossível viver em país assim, não é?




Prof Marcos Antônio Ribeiro dos Santos

Colaboração:

Dr. David S.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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