quinta-feira, 3 de maio de 2018

Legítima Defesa X Menores Predadores e a Hipocrisia Politicosocial


Fato: O Brasil não é um país de política, mais de politicagem. Com uma constituição criada por grupos políticos corruptos. E um código Penal de 1941, se criam infinitas leis especiais dividindo a população em grupos menores. Por raça, sexo, opção sexual e etc. ao invés de criar uma lei única e isonômica para todos. Isso é interessante para os políticos, que ganham votos desses grupos privilegiados legalmente. E também é bom para os criadores de ONGs, associações e movimentos desses grupos, que ganham influência política, milhões em verba federal, e em alguns casos patrocínio do crime organizado.

Em relação ao menor infrator, se  criam milhares de teses absurdas baseadas no mundo socrático do dever ser e não do que realmente é. O fato do indivíduo ser menor não minimiza o horror e sofrimento que causa em milhares de pessoas, matando, roubando, estuprando. E também não deveria invalidar a legitima defesa do cidadão, e o estrito cumprimento do dever legal do policial. Nessa postagem vamos abordar as mentiras que contam para nós sobre esses pequenos predadores soldados do crime , e demonstrar que não há por que haver diferença na reação e uso de força em relação a eles. E ainda a ineficácia das legislações atuais que indiretamente apoiam e reforçam as suas ações.




Adolescente: A pior criação do século XX



O conceito de adolescência enquanto foi uma criação do século XX. Durante a maior parte da nossa história, a sociedade não reconheceu as pessoas nessa faixa etária como representando uma classe distinta de humanidade. Há  tradições em diversas  cerimônias sociais e religiosas marcando a passagem da infância para a idade adulta. O judeu Bar Mitzvah, por exemplo, celebra a transição do menino de 12 anos para o homem de 13 anos de idade. Na maior parte do século XIX, os jovens de 14 anos eram vistos como adultos inexperientes”. Você deixou de ser uma boca para alimentar para ser um trabalhador que cultiva ou trabalha para ajudar a sustentar a família. Os jovens eram mais provavelmente julgados por tamanho do que por idade.


Na idade antiga, em Esparta aos sete anos, os meninos espartanos eram tirados de suas casas, e da proteção de seus pais, e levados para iniciar o Agoge, ou seja, o treinamento oferecido pela cidade-estado para que eles se tornassem cidadãos de bem e, claro, guerreiros.


Como os adolescentes foram inventados? Muito tinha a ver com o ensino médio. Nos anos 20, as escolas secundárias começaram a ir além da educação clássica tradicional do latim e do grego e a oferecer cursos que eram de interesse mais amplo, como digitação, contabilidade e economia doméstica. Quando a Depressão atingiu e os jovens foram excluídos das perspectivas de emprego, alguns responderam ficando mais tempo na escola. A matrícula de adolescentes no ensino médio nos EUA foi de 28% em 1920, 47% em 1930 e 80% em 1941. Diferente de eventos temporários como a guerra, é o fator mais significativo em curso na transferência de adolescentes para fora de casa.

Jovens homens de 14 a 17 anos trabalhando e ajudando suas famílias na revolução industrial.
 
Acredita-se que o primeiro uso da palavra adolescente foi na revista Popular Science em 1941. Com uma oportunidade milionária diante de seus olhos, tal conceito atraiu  profissionais de marketing, que viram oportunidade de vendas de toda linha de produto jovem para esse novo filão do mercado criado, pessoas cujos descendentes hoje estão iluminando o termo milênios. Assim sendo, a adolescência é resultado de fatores cultural e econômico, e não biológico,  pois tem haver com  o modo como cada sociedade lida com os seus jovens é particular e articulado a todo o seu contexto sociocultural e histórico. A palavra "adolescência" tem origem no latim, onde ad = "para" e olescere = "crescer". Portanto, adolescência significa literalmente "crescer para". A passagem da infância à maturidade, vivenciada como a ‘crise adolescente’, é um produto típico da nossa civilização, em outras épocas não existia um tratamento social diferenciado aos adolescentes.

Em uma época que não existia adolescência, homens jovens de 15 a 17 anos trabalhavam e ajudavam suas famílias.

A construção social da adolescência na família moderna é fruto de uma série de transformações socioeconômicas que a civilização ocidental sofreu ao longo dos séculos XVIII e XIX, que marcaram a chegada do ideal individualista. O romantismo e a modernidade ajudaram a disseminar o individualismo e propiciaram o surgimento do entendimento atual da adolescência, no sentido de que cada sujeito é livre para construir uma trajetória singular. "O adolescente busca as suas próprias referências, marcando com isso a sua singularidade em relação à família", diz a pesquisadora, lembrando que o romantismo surgiu em oposição ao culto à racionalidade e à ordem, ligado ao Iluminismo e ao Protestantismo, e era marcado pela paixão pela natureza e pela busca pela autenticidade.

Já no século XX, a adolescência passou a ocupar um lugar cada vez mais importante no imaginário social:

Longo período escolar: Com a escolarização prolongada e a introdução de um sistema de ensino segmentado, de acordo com as diversas áreas do conhecimento.

Dependência dos pais: O período de dependência dos jovens em relação aos pais cresceu. Estendeu-se o prazo entre a puberdade e o casamento e os jovens passaram a deixar a casa dos pais cada vez mais tarde. "Assim,  consolidou-se o conceito de adolescência e instalou-se o conflito de gerações  que marcou  todo o período libertário dos anos 1960. 

Aproveitar a juventude: Mas, paradoxalmente, a  sociedade passou a idealizar a adolescência como um período em que a ordem é aproveitar a vida livremente.  E cada vez mais todos desejam ocupar a posição de adolescentes eternamente, inclusive os adultos”, avalia Luciana.

A situação da adolescência do início do século XXI já se distancia da situação da adolescência do início do século XX. Para a psicanalista, o que caracteriza o jovem de hoje é o fato de estar submetido às mudanças aceleradas pelas quais vem passando a sociedade contemporânea. "O que marca a geração atual é a sua imersão na sociedade de consumo, centrada no presente e na posse de objetos e as influências das novas tecnologias, da mídia, do telefone celular e da Internet, que repercutem em várias dimensões da vida do jovem", diz Luciana. “A adolescência hoje é marcada por desafios na construção de projetos futuros, pela busca por novas maneiras de se relacionar amorosa e sexualmente e pelo envolvimento por vezes problemático com drogas e situações de violência”, acrescenta.

Com o acirramento do individualismo, estimulado pela sociedade de consumo, as bases de sustentação de ideais coletivos e relativamente estáveis se dissipam. "Nesse contexto, os ideais de liberdade e autonomia tornam-se radicais, de modo que o que é dito aos jovens é que seu futuro depende única e exclusivamente deles e que eles devem romper com o passado e com as tradições, para que possam se destacar do todo pela sua singularidade e autenticidade. Assim, o caminho em direção a uma travessia da adolescência complica-se, na medida em que o jovem não encontra na cultura referências que possam lhe auxiliar neste momento de passagem", pondera.

Em meio à fragilização das instituições sociais tradicionais, como o Estado, a Igreja e a família, há um enfraquecimento da autoridade que norteou a educação de outras gerações. E o jovem homem se torna o eterno adulto criança, imaturo e incapaz de compreender o mundo a sua volta.






Agrupados em conjunto com pessoas da sua idade e em um ambiente coeducacional, os colegiais assumiram o controle de sua própria vida social. Os colegas, não os pais, tornaram-se seus principais influenciadores, pelo menos quando se tratava de música, roupas e carros. E é isso que interessa aos profissionais de marketing. Jon Savage, autor de Teenage , observa que, em 1944, “a juventude americana tinha uma capacidade de gastos de US $ 750 milhões; riquezas incalculáveis ​​aguardavam aqueles que se conectavam a esse mercado praticamente inexplorado ”.

O que surgiu foi uma cultura adolescente que não parecia nem infância nem idade adulta. Foi em vez disso, nas palavras de Grace Paladino, autora de Teenagers: An American History , “um mundo colegial de namoro, dança e trajes de drogados depois da escola”. Parte disso veio de baixo para cima quando os próprios adolescentes ditavam os estilos que estar em voga, a música que eles ouviriam e os filmes que assistiriam. E enquanto a maioria dos adultos não estava tão apaixonada por esse desenvolvimento, as empresas que estavam prontas para explorá-lo desempenharam seu papel na promoção da cultura adolescente. Paladino escreve: “Anunciantes começaram a se dirigir a estudantes do ensino médio como adolescentes à espreita por um bom tempo, não adolescentes fervorosos em treinamento para a vida adulta”.

Dois eventos são frequentemente citados como anunciando o surgimento de adolescentes. Uma delas foi a aparição de Frank Sinatra no Paramount Theater, em Nova York, em 1942 e 1943. Um programa atraiu 25 mil crianças que praticamente fecharam o centro de Manhattan. Todos foram caracterizados por um público gritando e frenético. E parece que os profissionais de marketing estavam trabalhando aqui, além de contratar alguns gritadores para começar a festa.

O outro foi a fundação da revista Seventeen em 1944. Ele rapidamente se tornou o cronista dessa cultura adolescente emergente. Mas sua atração não era apenas para os jovens, pois seu departamento de publicidade promoveu e quantificou o mercado para os fabricantes de tudo, de carros a cremes de espinhas, não eram para crianças,  mas não eram exatamente para adultos também. O conceito do adolescente foi inventado para preencher essa lacuna.
 
A diferença da cultura sobrevivencialista e da cultura marginal.



Criação de termos, leis ineficazes e mais hipocrisia



Jovem não comete crimes, ele comete ato infracional, jovem não vai preso, ele é apreendido, lugar de punição se tem medidas socioeducativas, menor não é psicopata tem transtorno de conduta. Engraçado o medo, hipocrisia e até de certo modo a conivência de diversas áreas em relação aos menores infratores. É engraçado a hipocrisia política e de ONGs e associações querendo criar uma aura inocente e sem responsabilidade dos jovens homens. Só em São Paulo de acordo com pesquisas sete  em cada dez atos infracionais cometidos por adolescentes na cidade de São Paulo tiveram como autor um menor entre 16 e 18 anos. A proporção foi apontada em levantamento do Ministério Público Estadual (MPE) de São Paulo com 4,4 mil casos de execução de medidas socioeducativas, de um total de 22 mil processos na capital.

Os crimes hediondos cometidos por adolescentes representam menos de 3% do total de atos infracionais – quando não se leva em consideração o tráfico de drogas. Mas, novamente, foram os jovens na faixa de 16 a 18 anos que cometeram mais desses tipos de crimes, como homicídio qualificado, estupro e latrocínio: 64,8%.
Os registros referentes ao dia primeiro de janeiro até 15 de março de 2017 apontam que 211 menores foram autuados, apreendidos e estão em processo de investigação na capital. De acordo com a delegada titular Christiane Vasconcelos, desse total, 180 menores foram apreendidos em flagrante no primeiro trimestre de 2017, sendo os crimes mais comuns a prática do tráfico de drogas, roubo, estupros, homicídios e furtos. “Essas autuações acontecem quando o menor é capturado pela Polícia Militar ou Civil em flagrante de ato infracional. Ele acabou de cometer e foi conduzido para a Central de Flagrantes”, disse.

Mas antes de prosseguirmos, peço que assistam os vídeos abaixo os crimes que os jovens soldados do crime, pertencentes a 83 facções criminosas em nosso país cometem nesses vídeos abaixo:








Vídeos:














Como podem ver jovens estão cada vez mais impiedosos, matam com mais requinte de crueldade e menos culpa. Um adulto pensa duas vezes antes de matar porque sabe que vai pra cadeia. Isso por que impunidade gera mais violência. Os menores infratores  têm consciência de que não podem ser presos e punidos como adultos, por isso continuam a cometer crimes. Na verdade, a redução da maioridade penal iria proteger os jovens do aliciamento feito pelo crime organizado, que tem recrutado menores de 18 anos para atividades, sobretudo, relacionadas ao tráfico de drogas;

O site VEJA BRASÍLIA fez uma matéria onde conversou com 81 adolescentes que estão cumprindo medidas socioeducativas nas casas de recuperação do DF. As histórias que eles contam são de arrepiar. Nazaré, de 17 anos, relata com naturalidade que ajudou o namorado de 15 a queimar o mendigo Edvan Lima da Silva, na quadra 18 do Guará I, no dia 1º de agosto. "Ele estava dormindo com um cobertor grosso e jogamos a gasolina em cima dele. As chamas subiram muito alto e houve um clarão. Saímos correndo." A vítima morreu com 63% do corpo queimado. Hoje, ela está na Unidade de Internação do Recanto das Emas (Unire). Ao ser questionada sobre como se sentia após cometer um ato tão bárbaro, a garota, filha de um policial federal, falou que sofria porque ficou distante do namorado e cúmplice. A frieza dessa resposta chocou a psicóloga que acompanhava a entrevista.

Muitos países desenvolvidos adotam maioridade penal abaixo de 18 anos. Nos Estados Unidos, a maioria dos estados submetem jovens a processos criminais como adultos a partir dos 12 anos de idade. Outros exemplos: na Nova Zelândia, a maioridade começa aos 17 anos; na Escócia aos 16; na Suíça, aos 15. Veja aqui uma tabela comparativa da maioridade penal ao redor do mundo.






As medidas do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) são insuficientes. O ECA prevê punição máxima de três anos de internação para todos os menores infratores, mesmo aqueles que tenham cometido crimes hediondos, mesmo assim eles não cumprem integralmente já que se beneficiam de sua apreensão não ter caráter punitivo, mas ressocialização, para se ter ideia crimes como homicídio, atualmente os jovens estão ficando apenas oito meses apreendidos.  A falta de uma punição mais severa para esses casos causa indignação em parte da população, ao mesmo tempo os menores sabendo do tratamento dado pela legislação brasileira, sentem-se incentivados à prática de delitos cada vez mais socialmente reprováveis.

O Estatuto da Criança e do Adolescente fornece aos menores infratores:

Proteção da imagem: O rosto e nome não podem ser divulgados, não permitindo aos cidadãos o reconhecimento da imagem de perpetradores de crimes hediondos: como tortura, estupro e homicídio. 

Impunidade: Hoje um menor preso por homicídio doloso fica no máximo oito meses sob medida socioeducativa. Isso sem mencionar outros crimes, como trafico, roubo, estupro e etc...

Tudo perdoado e esquecido: Menores infratores chegam aos 18 anos sem ser considerados reincidentes. Como não podem ser condenados como os adultos, os menores infratores ficam com a ficha limpa quando atingem a maioridade, o que é visto como uma falha do sistema.

Aliciamento: Enumeram-se como benefícios do implemento da matéria, não só a satisfação do sentimento de impunidade da sociedade ante o tratamento dado, atualmente, pelo Estado aos menores infratores, os quais, em razão da forma da legislação em vigor, têm sido recrutados por organizações criminosas, que sabedores das prerrogativas destes os têm imputado a autoria dos delitos cometidos por aqueles

Essa impunidade, e proteção do jovem criminoso só serviu para serem os principais braços do crime, principalmente em homicídios. E ainda essa atitude  ajudou a organiza-los de forma a formarem um seguimento das facções maiores. Em São Paulo por exemplo temos o PCC Mirim que comandam os centros da Fundação Casa (antiga FEBEM) em todo Estado, que segundo autoridades fazem parte da ala mais radical e violenta da facção paulista. Enquanto os principais líderes, os adultos estão presos, os menores estão soltos e fazem o comando.

A redução da maioridade penal diminuiria o aliciamento de menores para o tráfico de drogas. Hoje em dia, como são inimputáveis, os menores são atraídos para o mundo do tráfico para fazer serviços e cometer delitos a partir do comando de criminosos. Sem a maioridade penal, o aliciamento de menores perde o sentido.


Mas também cita-se a eventual redução nos índices de criminalidade, em razão de que, para estes, os menores sabendo do tratamento dado pela legislação brasileira, sentem-se incentivados à prática de delitos cada vez mais socialmente reprováveis.


Hipocrisia social diante da morte de jovens criminosos.


Psicopata sobrevivente do massacre da candelária, faz reféns e  mata professora no ônibus.


Em obras como Capitães de Areia e Pixote vemos a  romantização da mídia em relação aos jovens criminosos como excluídos da sociedade, e não como jovens predadores assassinos, ladrões e estupradores, principais causadores de 60.000 morte de cidadãos por ano no Brasil.


Enumeram-se como benefícios do implemento da matéria, não só a satisfação do sentimento de impunidade da sociedade ante o tratamento dado, atualmente, pelo Estado aos menores infratores, os quais, em razão da forma da legislação em vigor, têm sido recrutados por organizações criminosas, que sabedores das prerrogativas destes os têm imputado a autoria dos delitos cometidos por aqueles. O Datafolha divulgou uma  pesquisa em que 87% dos entrevistados afirmaram ser a favor da redução da maioridade penal. Assim como a população 65 por cento dos brasileiros são a favor do porte de arma, mesmo assim a população brasileira não é ouvida, pois não se organizam nem vão as ruas.

   

O menor infrator, soldado do crime é fruto de cópulas de moradores da periferia gerando filhos sem pais que vivem e são criados nas ruas. Adotados pelo crime desde cedo aprendem a serem temidos e terem poder e dinheiro, comprarem objetos de marca e correntes de ouro, vivem de ostensividade. Eventos como pancadões nas periferias são verdadeiros criadouros de futuros soldados do crime. Uma mesma mulher pode ter de quatro a dez filhos de parceiros sexuais diferentes. Frutos da desgraça da cultura marginal, se tornam pequenos psicopatas já na tenra idade com dezenas de mortes nas costas. Eles não tem ressocialização. O dinheiro que se perde com eles deveria ser investidos com jovens aplicados que se dedicam nas escolas mas são esquecidos dentro de um sistema que deseja o emburrecimento e ignorância da população.



O futuro das verdadeiras crianças no Brasil não está no investimento nos menores infratores, e nem em medidas sócioeducativas,  mas nas crianças que estudam, na estrutura escolar, com a volta da repetência para selecionar os mais aptos. E a formação profissional e  o curso universitário garantido para que esse jovem cidadão honre a sua família.







Respostas a perguntas que não querem calar:



1- A redução da maioridade penal é inconstitucional?
R: Não.  A mudança do artigo 228 da Constituição de 1988 não seria inconstitucional. O artigo 60 da Constituição, no seu inciso 4º, estabelece que as PECs não podem extinguir direitos e garantias individuais. Defensores da PEC 171 afirmam que ela não acaba com direitos, apenas impõe novas regras. A mudança do artigo 228 da Constituição de 1988 não seria inconstitucional. O artigo 60 da Constituição, no seu inciso 4º, estabelece que as PECs não podem extinguir direitos e garantias individuais. Defensores da PEC 171 afirmam que ela não acaba com direitos, apenas impõe novas regras.  E a própria Constituição nos confere agir em legitima defesa se nossa vida estiver em perigo.


2- O que fazer se os mininin tentar matar ou causar algum dano a você e a sua família?

R: Você vai agir de acordo a Constituição em legitima defesa, ou seja bala nos mininin. Ou seja, tiro, porrada e bomba pra cima dos mininin marvados;



3- A redução da maioridade penal iria afetar, preferencialmente, jovens negros, pobres e moradores de áreas periféricas do Brasil, na medida em que este é o perfil de boa parte da população carcerária brasileira?
R: Não. Essa é uma falácia muito usada por ONGs e Associações que lutam pelos direitos dos jovens criminosos. Aproximadamente apenas sete por cento da população carcerária são negros. Pode perguntar a algum amigo que seja agente penitenciário, policial e advogado, a maioria é branco. Basta olhar a foto dos lideres das facções.


E além disso independente se for branco, negro, azul ou verde,  qualquer um atentar contra a vida, ou a segurança do cidadão ou do policial  é tomar tiro, é direito constitucional a legitima defesa e e o estrito cumprimento do dever legal, então nessas circunstâncias; bala nos mininin!!!



4- Mas a inclusão de jovens a partir de 16 anos no sistema prisional brasileiro não iria contribuir para a sua reinserção na sociedade, devido a má qualidade do sistema prisional brasileiro. Teria outra alternativa para os mininin?
R: Não. Ninguém quer que esses psicopatas, com transtorno de personalidade dissocial, que já mataram e torturaram de todas as formas possíveis sejam reinseridos na sociedade. O ideal em uma país com uma Constituição séria voltada para o cidadão seria pena de morte ou prisão perpétua. E no caso de atentar contra a vida de algum cidadão ou policial....


5- Mas não devemos ter compaixão, já que são vitimas de um sistema ineficiente e ausente na formação da criança carente?
R: Não. Em caso de vida e morte você tem que ter compaixão de sua família. Adolescentes como vimos é uma convenção social para vender produtos, o que existe são homens jovens em formação. Que como qualquer cidadão tem seu direito de escolha, responsabilidades, deveres e obrigações. O Estado não deve apadrinhar ninguém, ele deve apenas oferecer bases obrigatórias como educação e formação profissional, para que esses homens tenham um futuro. Quem abandona, a escola, e vai para o crime e tentar matar cidadão e policiais é bala no meio do crânio.



6. Em relação a leis de desarmamento?
R: Procure participar de grupos pró armamentista, aprenda tiro defensivo e ofensivo em escolas idôneas, com profissionais competentes que entendam de área de segurança. E caso algum mininin atente contra a sua vida e de sua família...




7. Obrigar menores infratores frequentarem aulas, é uma ótima medida socioeducativas? 
R: Não. Se já era horrível os pais se preocuparem antigamente com o trafico do lado de fora dos portões da escola, agora tem traficantes, ladrões e estupradores, estudando junto com crianças inocentes. Não é a toa tanto casos de denuncias de estupros em banheiros de escolas pública. Só no Rio de Janeiro em 2017 foi feito um levantamento feito a partir de dados do Instituto de Segurança Pública (ISP) do Rio de Janeiro pelo jornal Extra apontou que o Estado tem, em média, um caso de estupro em estabelecimentos de ensino a cada cinco dias. Isso sem falar no tráfico que é um dos principais motivos de professores estarem desistindo da profissão devido a presença de facções criminosas dentro das escolas.




8. Como faço para não travar na hora de defender minha vida e tiver que matar um menor que esta querendo me matar ou minha família? 
R: Não importa a idade, a cor, ou o credo do inimigo se ele quer destruir você e tudo que  ama mate-o. Uma vez eu vi um caso de uma jovem mãe que levava a filha de 10 anos para a escola. Ao passar em frente a uma casa abandonada foi abordada por sete garotos que estavam lá entre 13 e 17 anos. Eles as levaram para dentro da casa abandonada e ficou com  umas duas horas as violentando de todas as formas possíveis, inclusive a criança teve que fazer cirurgia de reconstrução do ânus. Se tem medo de travar leia a matéria: Matar: Como preparar a mente para o combate extremo. Clicando aqui.


Toma seu bando de mininin vagabundo!!!




Obras indicadas:


Livros:






Revistas:






Filmes:










Conclusão



A visão pueril do jovem infrator, onde com medidas "socioeducativas" podem transformar um lobo em cordeiro são no mínimo ridículas, para não dizer que na maioria dos casos essas ideologias são feitas de de má fé. Os pequenos mal feitores hoje estão na frente da maioria dos crimes que acontecem aqui fora, já que seus lideres adultos estão na cadeia. Eles matam, roubam e estupram e riem da população e autoridade. A legitima defesa e estrito cumprimento do dever legal também servem para eles. 

Pois ninguém quer morrer, ou ter um familiar vítima de algum ato hediondo. Está na hora de levarmos nossa preparação de autodefesa a outro nível, onde possamos tem uma atitude mais efetiva e rápida diante do confronto, independente do tipo de predador que temos a nossa frente. Leiam o artigo: Matar: Como preparar a mente para o combate extremo. Clicando aqui. Então não discutam contra pessoas ou movimento e organizações hipócritas, apenas lute pelo seu direito, arme-se e esteja preparado. sua vida e de sua família sempre a frente.

Damien o filho do demônio de a Profecia, será que medidas socioeducativas teriam evitado todo o massacre no filme?

Dúvidas? sugestões? Deixem nos comentários. Se gostaram deem um curtir e compartilhem. E não esqueçam de clicar em um dos anúncios para nos ajudar a continuarmos com nosso trabalho. Muito obrigado.

  

E não esqueça de  visitar nossa biblioteca sobrevivencialista virtual, clicando na imagem abaixo: 


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Prof. Marcos Antônio Ribeiro dos Santos

  

Colaboração:

Dr. David S.



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