terça-feira, 10 de julho de 2018

Programas de Governo: Você já viu quais candidatos tem?




Devemos analisar o que realmente os candidatos a Presidente na eleições de  2018 tem a oferecer ao país. Até agora a maioria como sempre prefere a troca de insultos, e promover projetos assistencialistas. Com a exceção do Deputado Jair Bolsonaro  que em entrevista com a veja mostrou propostas mais sólidas em relação aos seus adversários, veja abaixo: 



Privatizações: Pretende realizar um programa de privatizações, mas diz que só divulgará as estatais envolvidas em agosto, quando for lançado seu programa de governo. Sobre a Petrobras, disse a VEJA que o tema “entrou no seu radar”, mas que ainda não tem uma definição. A respeito dos bancos públicos, disse “estudar” a possibilidade.


Programas sociais: Defende programa  Bolsa Família “com auditoria”.



Previdência Social: Diz ser contra a proposta de reforma apresentada pelo governo, por ela ser “grande demais”. O pré-candidato do PSL afirmou que estuda a questão e cogita propor mudanças graduais nas aposentadorias, priorizando o combate à “fábrica de marajás”

Reforma Trabalhista: Votou a favor da proposta na Câmara dos Deputados. Em sabatinas e entrevistas, ele tem repetido o diz ouvir de empresários: que os trabalhadores brasileiros podem ter que escolher entre ter “menos empregos e mais direitos” ou o oposto.

Segurança Pública: Para combater a criminalidade, pretende promover o endurecimento de leis penais, fortalecer o policiamento e promover a revisão do Estatuto do Desarmamento.

Teto dos gastos públicos: Como deputado, votou a favor da PEC que congelou por 20 anos os gastos públicos.


Política econômica: Paulo Guedes é a favor da manutenção do tripé macroeconômico (com regime de meta fiscal e de inflação, com câmbio flutuante) e defende a necessidade de uma simplificação tributária rumo a um imposto único federal.


De acordo com o jornal Globo o deputado federal se diz a favor da “liberdade econômica” e de privatizações, mas não é simpatizante da venda de pontos de mineração para a China por motivo de diferença nos regimes dos países. Quando perguntado sobre como resolveria a crise, responde “rodando a economia”.


Ainda de acordo com O Globo, sobre o atual ministro da Defesa, Raul Jungmann, o pré-candidato refletiu: “Ele tem pavor de pistola e é ministro da Defesa?”. E usou a deixa para reafirmar seu posicionamento a favor do direito de a população portar armas de fogo: “Tem de parar de ter pena de vagabundo, de achar que pode ser reciclado. Não vai ter futuro”.
 

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