segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Jornalismo Marrom e a manipulação da mídia brasileira




Imprensa marrom é uma expressão pejorativa, que se refere a veículos de comunicação sensacionalistas, que buscam audiências através da divulgação de fatos e acontecimentos, sem qualquer compromisso com a verdade.  Essa ultima semana o jornalismo brasileira deixou a máscara cair, e mostrou claramente que não esta a serviço do povo, muito menos da família e a imparcialidade. E pior vimos ainda que realmente estamos vivendo uma ditadura de esquerda, onde os profissionais do jornalismo são apenas bonecos servindo a um propósito maquiavélico, esconder a realidade do país, e manter o seu status quo de corrupção e desordem. O Brasil está implodindo com um total de 84 facções criminosas em todo o País, e 60.000 mortes de cidadãos anuais, chegando ao recorde mundial em 2016 com mais de 62.000 homicídios. Nossas fronteiras utilizadas para tráfico de drogas e armas. Mortes constantes de policiais, chegando a mais de 600 por ano em atentados orquestrados em horários de folgas dos profissionais de maneira covarde,  para que não possam reagir. 50 mil mulheres são estupradas por ano no Brasil.  E 40 mil  crianças e adolescentes, desaparecidos por dia. Isso sem mencionar o desemprego, mortes por falta de recursos em hospitais, a economia em situação de calamidade, e consequentemente o cofre publico praticamente vazio. Tudo isso devido a uma administração pública voltada para exacerbada de nosso governistas.


E mesmos com todos esses problemas na semana passada, os programas televisivos de entrevista  com vários representantes da mídia jornalística foram  entrevistar  o  candidato à Presidência  de 2018, Jair Bolsonaro do PSL,   e não fizeram nenhuma pergunta sobre medidas para restaurar a ordem de nosso país, e melhorar a vida do povo. Foram feitas  perguntas várias vezes sobre homofobia, quilombolas , pagamento de divida da escravatura dos negros, e ainda assim todas em tom de deboche, e sarcasmo com a visível intenção de fazer o candidato perder o controle.  Dois repórteres no GloboNews tentaram provocar o candidato falando que realmente ele talvez fosse homossexual, por ter um perfil homofóbico, e outro disse de maneira sarcástica que tem sempre está cercado de homens o carregando  nos braços,  e o chamando de mito. Um dos repórteres quase no final do GloboNews chegou a infantilidade de falar sobre preconceito e mencionar de maneira debochada que o candidato estava sentado em uma cadeira vermelha. 


Como sabemos em sistemas repressores como o fascismo a principal ferramenta de manipulação do governo é a imprensa, que divulga a ideologia do governo como uma verdade a seguir, e como constatamos a Imprensa marrom brasileira  não tem compromisso com a verdade sobre  fatos e acontecimentos reais.

Nos dois programas não mencionaram em nenhum momento a prisão do ex-presidente Lula, e perguntavam por meio de dados no Wikipedia, e em um dos momentos mais hilários um dos entrevistadores do GloboNews disse que o Estados Unidos é mais violento que o Brasil segundo "dados" por causa do direito de comprar armas. Mas o engraçado é que o Estados Unidos tem um índice de homicídio anual de 15.000 contra o nosso de 60.000 com a lei do desarmamento.





Além da falta de profissionalismo desse representas das principais mídia,  ficou claro o medo de que se alguém que acredita em valores tradicionais ganhar, eles podem perder a sua força de manipulação e política do pão e circo, para o povo não ver esses horrores que foram citados no primeiro paragrafo acima.  Felizmente  o candidato Bolsonaro não perdeu o controle, foi educado, e mostrou como sempre que conhece a historia do seu pais, e valoriza a família tradicional,  respondeu a todas as questões que lhe foram direcionadas, e ainda respondeu as provocações com classe, em tom de brincadeira. 

Mas o melhor ficou para o final revelando a face do jornalismo nacional onde os profissionais da imprensa temem e se deixam usar como verdadeiros fantoches. Ao final da sabatina com o candidato, a jornalista Miriam Leitão, mediadora da entrevista, passou a reproduzir ao vivo por meio de ponto eletrônico  uma nota elaborada pelo Grupo Globo, palavra por palavra de maneira pausada e lenta e mecanicamente rebatendo as afirmações do presidenciável de que, em editorial de 1984, Roberto Marinho, fundador do conglomerado, reconheceu que o jornal "O Globo" apoiou editorialmente o regime militar de 1964, porém ressaltou que, em editorial de 2013, errou, mas alegou que outros veículos de comunicação, como Folha e Estadão, fizeram o mesmo. “Identificado com os anseios nacionais de preservação das instituições democráticas”. A jornalista virou motivo de piada nas redes sociais:






“Para encerrar a entrevista, Miriam Leitão psicografa a resposta de Roberto Marinho”, ironizou um internauta no Twitter. 



“Miriam Leitão se cagando ao vivo, e tendo que justificar o apoio de Roberto Marinho aos militares. Não sei se fiquei com mais vergonha alheia pelo Bolsonaro, ou pela Miriam leitão.”, declarou outro.


Vejam as duas entrevistas clicando nas imagens abaixo e tirem suas próprias conclusões sobre a mente das empresas de controle de informação:


 Programa Roda viva:
 
https://www.youtube.com/watch?v=lDL59dkeTi0



  Programa Globo News:

https://www.youtube.com/watch?v=2qKk9JwS7pc&feature=youtu.be


Observação Importante: Infelizmente tem várias pessoas disseminando  que o voto não é importante devido o nível de corrupção em nosso país, que a melhor coisa é anular o voto em forma de protesto. Só que elas esquecem que na verdade estão cedendo seu direito de escolha a outras pessoas. E consequentemente tornando o seu país cada vez mais instável e perigoso, colocando em risco as suas famílias. Imagine só um exemplo, se o Brasil no cenário atual tem 84 Facções criminosas e 60.000 homicídios de cidadãos por ano, imagine daqui a mais oito anos, segundo especialistas de segurança pública a situação será irreversível. Pense nisso, não delegue sua responsabilidade a outros.



Conclusão


Como nós pudermos ver na última semana, foi comprovado que realmente estamos vivendo sob um regime de  ditadura, onde a própria mídia, e seus profissionais são manipulados para esconder a situação do país, e desviar a atenção da população para assuntos banais e sensacionalistas. Vimos por meio da jornalista Miriam Leitão que os profissionais são meros marionetes em interesses maiores. Onde a família brasileira e suas reais necessidades, como saúde, educação, segurança e emprego, não tem a mínima importância. Apenas assuntos ligados a grupos e ONGs manipulativos e vitimistas que apoiam o governo assistencialista e corrupto é que são ressaltados incansavelmente como uma verdadeira doutrinação. Cabe a nós como sobrevivencialistas, e combatentes urbanos e pais de família lutar pela estabilidade de nosso país, exercendo o nosso direito de cidadão através do voto, não sendo omisso.

Esse é o rosto da nossa imprensa livre, sem manipulação e a serviço do povo?

Dúvidas? sugestões? Deixem nos comentários. Se gostaram deem um curtir e compartilhem. E não esqueçam de clicar em um dos anúncios para nos ajudar a continuarmos com nosso trabalho. Muito obrigado.

  

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Prof. Marcos Antônio Ribeiro dos Santos

  

Colaboração:

 Dr. David S. 

 

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