segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Brasil Dead: Quem foi responsável pela infecção zumbi no Brasil?



O Brasil hoje está vivendo um verdadeiro caos na segurança pública. Com 85 Facções Criminosas espalhadas em todo território nacional,  o Brasil hoje bate recordes mundiais com as taxas de crimes. São 60.000 homicídios e 50.000 estupros anualmente, isso sem contar milhares de roubos e furtos. mas a principal pergunta é: Como começou tudo isso, não tinha ninguém para parar isso quando começou em São Paulo, antes de se espalhar por todo o território essa infecção zumbi?

Na  última semana o Ex-Governador de São Paulo Geraldo Alckmin, atual candidato para o cargo de presidente foi entrevistado no Jornal Nacional na Rede Globo, sendo questionado pela sua responsabilidade, devido a falta de atitude em relação ao surgimento e o crescimento do PCC, a maior facção criminosa do País, nesses últimos vinte anos, de administração do Estado. 

Alckmin surpreendentemente disse que a segurança pública em São Paulo é um sucesso, com principais lideres do PCC preso, e que não nenhum tipo de comunicação ou relação entre os líderes nos presídios e os crimes na rua. E ainda disse que todo o seu plano deu certo graças aos ótimos profissionais na policia de São Paulo, e que vai implantar seu sistema de segurança bem sucedido em todo país? Será que ele estava se referindo a algum estado de São Paulo de alguma dimensão paralela, em algum outro universo? Ou será que o excelentíssimo ex-governador teve um AVC, e não sabia o que dizia? Vamos analisar se ele teve ou não responsabilidade por essa situação que se espalhou por todo o país.





A infecção Zumbi, o inicio


Antes de continuar a leitura do nosso artigo assista o vídeo abaixo a parte da entrevista abaixo onde ele é questionado pela responsabilidade pelo surgimento da facção criminosa no país:




Fato é que no massacre no Carandiru em 1992, nada mais foi do que uma rebelião violenta, onde os detentos armados com facas atacaram os policiais que invadiram o presidio para conter a situação, e libertar os reféns.  Com 111 mortes de presidiários, começou uma verdadeira caça as bruxas promovidas por movimentos de direitos humanos e políticos buscando oportunidades junto a situação. 

O PCC nasceu em 1993, após esse episódio do massacre do Carandiru, os presos começaram a se agrupar dentro dos presídios. O que inicialmente parecia inofensivo, sendo apenas uma forma de comunicarem as suas necessidades junto a administração dos presídios, se transformou em um verdadeira central de comando a outros presídios sendo que em 2000 foi feito uma mega rebelião envolvendo todos os presídios do Estado. A Rede Globo deu grande cobertura, e fez extensas matérias a semana toda dando ênfase ao poder da facção que orquestrou tudo. Com isso a facção ganhou força, e a maioria da população carcerário quis entrar para o grupo vendo a repercussão, e com o aumento da força dessa facção as outras foram expulsas tendo que dividirem um mesmo presidio fora da capital, em Guarulhos.

A situação apenas piorou, com eles ganhando força e se organizando mais e mais, com advogados, e sistemas de taxa dos associados do grupo e principalmente administrando  o crime nas ruas, dividindo bairros em filiais. A situação caótica da Segurança Publica de São Paulo chegou ao seu limite em 2006. Na época, a facção realizou vários ataques, a postos da Polícia Militar, residências de policiais, incêndio de ônibus, sede maneira coordenada. A mídia fez um balanço das vítimas do PCC: 23 PMs, 7 policiais civis, 3 guardas, 8 agentes penitenciários, 4 civis e 107 supostos criminosos. Faltaram divulgar mais de 600 inocentes nessa conta. Os ataques foram interrompidos após uma reunião no presídio de Presidente Bernardes, no interior do estado. De acordo com o Estadão, a solução foi encaminhada pela advogada Iracema Vasciaveo, então presidente da ONG Nova Ordem, que defendia os direitos dos presos e representava o PCC.


Iracema esteve com Marcola, o líder. O substituto de Geraldo, Claudio Lembo, deu aval para o encontro, bem como os secretários da Segurança Pública e da Administração Penitenciária Saulo de Castro Abreu Filho e Nagashi Furukawa, respectivamente. A história foi revelada pelo delegado José Luiz Ramos Cavalcanti, que depunha  num processo contra advogadas supostamente ligadas ao crime organizado. “Eu apenas autorizei a viagem. O que aconteceu lá dentro, não tenho detalhes”, afirma Lembo. O diabo está nos detalhes. Em tese, garantiu-se a rendição dos criminosos, desde que se assegurasse a integridade física deles. Os atentados cessaram, subitamente, e o poder do PCC só fez crescer. Geraldo sempre negou qualquer tipo de acordo, mas o fato é que a relação com o Primeiro Comando da Capital só se tornou mais confusa. Depois do episódio a mídia não usava mais o novo da facção, e Geraldo Alckmin dizia que tinha acabado com a facção, e ela não existia mais, porém as mortes dos policias continuaram, assim como o incêndio de ônibus e o crime foi só aumentando.



O deputado Conte Lopes, ex-capitão da PM, declarou, certa vez, que “essa facção criminosa é cria do PSDB”. O PCC nasceu em 1993 na Cadeia Pública de Taubaté e sua relação com o governo paulista é recheada de episódios assombrosamente estranhos.

Naquele ano de 2006, Geraldo deu uma entrevista a uma rede de televisão australiana. A jornalista quis saber sobre os “grupos de extermínio” e sobre as ações da facção. Irritado, o “Santo” da Odebrecht se levantou da cadeira e encerrou o papo abruptamente.

“Esse é um problema do governo estadual. Você deveria ir falar com eles. Tchau, tchau. Bye, bye”, diz. “Se eu soubesse que era sobre isso, não tinha entrevista. Não faz o menor sentido”, continua, numa indireta a seus assessores. A entrevistadora ainda tentou, inutilmente, um apelo: “Alguém precisa falar sobre isso”.  Veja o vídeo da entrevista na emissora australiana abaixo:




Com a situação deplorável dos policiais em São Paulo, os profissionais começaram a fazer greve e paralisações. Em 2008, o governado José Serra, substituindo  Alckmin que estava concorrendo na época também a presidência,  acionou a PM contra os  Policiais civis  gerando  confronto com policiais militares na região da rua Padre Lebret, no bairro do Morumbi, zona oeste de São Paulo. A Polícia Civil, que estava em  greve há um mês, e realizava passeata de protesto no local para pressionar o governo do Estado a retomar as negociações pelo fim do movimento. Ao menos vinte cinco pessoas ficaram feridas. Os policiais decidiram manter a paralisação ainda por tempo indeterminado.

 
Esse foi o respeito que o ex-governador sempre mostrou pelos profissionais de segurança publica.

Em 2010, Alckmin pediu votos para um candidato a deputado estadual do PSC chamado Claudinei Alves dos Santos, conhecido como Ney Santos. Pouco depois, Santos seria preso, acusado de adulteração de combustível, enriquecimento ilícito, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal e formação de quadrilha. Era também investigado por envolvimento com o PCC. Em seu nome, um patrimônio de 50 milhões de reais, incluindo uma Ferrari e um Porsche. Acabou eleito prefeito de Embu. Alckmin provavelmente não sabia do passado, do presente e do futuro de Santos. Mas nem sua equipe?

Alckmin em 2010 com o então candidato a deputado estadual Ney Santos, acusado de ligação com o PCC; prefeito eleito de Embu das Artes, ele estava foragido.




Em  2012 novos ataques ao Estado de São Paulo, morrendo vários cidadãos baleados nas ruas e mortos, e 106 policiais. A ação seria uma resposta “às ações da Polícia Militar”na zona leste da cidade. O recado era claro: O crime era a nova ordem, e não deveria ser confrontado. Foram dezenas de vitimas em um período que durou mais de uma semana.

Em 2013, , aconteceu outro episódio de ampla repercussão, em que o governador saiu-se como herói na luta contra os bandidos. Ele teria sido ameaçado de morte, segundo um recado interceptado. “Os bandidos dizem que as coisas ficaram mais difíceis para eles, pois eu quero dizer que vai ficar muito mais difícil”, disse GA, triunfal, em Mirassol. “Nós não vamos nos intimidar. É nosso dever zelar pelo interesse público.” Não contavam com a astúcia do ex-secretário Antônio Ferreira Pinto, que revelou que a escuta dos membros do PCC circulava desde 2011.

“Esse fato não tinha credibilidade nenhuma. A informação é importante desde que você analise e veja se ela tem ou não consistência. Essas gravações não tinham. Tanto que o promotor passou ao largo delas”, falou.

“Aí vem o governo e diz: ‘Não vou me intimidar’. Ele está aproveitando para colher dividendos políticos”. De novo: Geraldo, muito possivelmente, não tinha ideia de que as tais ameaças tinham dois anos de idade e nunca foram levadas a sério.

No início de 2014, outro evento inacreditável. Um relatório vazado do Ministério Público dava conta de um esquema para tirar Marcola e outros três chefões da penitenciária de Presidente Venceslau. O plano estaria sendo arquitetado há oito meses. Os homens já tinham serrado as grades das janelas de suas celas, colocando-as de volta em seguida, devidamente pintadas. Eles sairiam dali para uma área do presídio sem cobertura de cabos de aço, de onde seriam içados por um helicóptero com adesivos da Polícia Militar.

O “vazamento” do documento criou situações surreais. Policiais ficaram de tocaia aguardando os meliantes. Jornalistas correram para lá. No Jornal Nacional, um repórter perguntava, sussurrando, a um franco atirador como funcionava a arma dele. Diante da falta de ação, era o jeito. Claro que não aconteceu nada. Alckmin, no entanto, estava pronto para faturar. Na Jovem Pan, elogiou “o empenho da polícia de São Paulo, 24 horas, permanentemente, contra qualquer tipo de organização criminosa, tenha a sigla que tiver. São Paulo não retroage, não se intimida”. Para ele, “lamentavelmente, isso acabou vazando.”

Em 2014, o então advogado Alexandre de Moraes foi nomeado secretário de secretário de segurança por Geraldo Alckmin segurança. Não demorou de vir a tona em toda mídia que  Alexandre Moraes foi advogado em ao menos 123 processos de uma cooperativa denominada Transcooper, citada em investigações que apuram lavagem de dinheiro do PCC. O secretário afirmou, em nota, que "renunciou a todos os processos que atuava como um dos sócios do escritório de advocacia" no qual trabalhava. Anunciou em 2015 a audiência de custódia, onde praticamente todos os presos em flagrante na capital paulista deveriam ser levadas à presença de um juiz em até 24 horas. Hoje crimes como tráfico, roubo a mão armada, porte ilegal de arma, furtos de veículos entre outros são soltos na audiência de custódia para responder em liberdade.

Secretário Lex Luthor...Desculpe, erro nosso...  Alexandre de Morais defendeu cooperativa suspeita de ligação com o PCC.


Logo depois ocupando o cargo da Justiça e Segurança Pública do governo Michel Temer a partir da abertura do impeachment de Dilma Rousseff, em 12 de maio de 2016. Em 2017, foi nomeado por Temer para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal, na vaga do ministro Teori Zavascki, que morrera em um acidente aéreo. onde defende a transação penal já na audiência de custódia. Ou seja tratar os crimes como ações de menor potencial ofensivo, sob o pretexto de  solucionar o excessivo número de processos em tramitação na Justiça na área penal, além de proporcionar uma Justiça rápida e proporcional.



Ainda em 2017, o Governador Geraldo Alckmin em entrevista ao na rádio JP, falo que se eleito presidente da republica ira unificar todas as previdências inclusive a dos militares e policiais militares no teto do INSS. Não era justo, segundo ele, o trabalhador de baixa renda ficar pagando altos salários para os profissionais da área de segurança. Porém um levantamento feito em 2017 pelo jornal “Folha de S.Paulo” mostra que, atualmente, a região Sudeste concentra os piores salários para policiais militares no início de carreira. Espírito Santo, São Paulo e Rio de Janeiro aparecem no pé da lista, além da Bahia, Estado que pior remunera os profissionais (R$ 2.843). O Distrito Federal, por outro lado, apresenta de longe o melhor salário para iniciantes da categoria (R$ 6.459). Veja abaixo a sua declaração sobre o valor que ele dá aos profissionais da aera de segurança:


Ainda em 2017 diversas mídias, televisão, jornais e inclusive revista Veja mostraram a situação caótica da Policia civil de são Paulo, com falta de funcionários, e material para trabalho.


Situação da Policia Paulista, que o governador falou que se orgulha e quer levar para todo o Brasil.



Brasil Atual





Hoje, o PCC, controla áreas inteiras da cidade de São Paulo, as cadeias, tribunais do crime e mantém bases no Paraguai, Bolívia, e ainda tem aliança com o grupo extremista islâmico Hezbollah para controlar o tráfico e o contrabando na fronteira do Brasil com o Paraguai. Com todo esse histórico de fracasso da administração pública nesses vinte anos, vários membros da facção se espalharam pelos  presídios do país, não só espalhando ainda mais o poder da facção como  gerando a aparição de novas facções. Hoje já são  85 facções criminosas de norte ao sul do país, em guerra tentando dominar cada pedaço de território. 

A publicação do  Atlas da Violência 2018, pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostrou que o nosso país registrou a marca histórica de 62.517 homicídios em 2016. Batendo recorde  de mortes violentas intencionais, pela primeira vez na história. Isso sem falar no numero de 50.000 estupros por ano e milhares de roubos, como mencionado acima. E ainda por ano média de 600 policiais mortos em todo o território nacional, e centenas de deficientes físicos devido ferimento em troca de tiro. 



O Veja abaixo mais um entre vários áudios provando que ao contrário do que  Geraldo Alckmin falou a semana a facção continua controlando o crime de dentro dos presídios:



Veja abaixo as 85 facções criminosas que existem atualmente em todo Brasil, graças a infecção que se iniciou em São Paulo, e não foi controlada:


1)  PCC – Primeiro Comando da Capital (SP)



2)  CV – Comando Vermelho (RJ)



3)  FDN - Família do Norte (AM)



4) TCC – Terceiro Comando da Capital (SP, RJ)



5) CRBC – Comando Revolucionário Brasileiro da Criminalidade (SP)



6) CDL – Comando Democrático da Liberdade (SP)



7) Seita Satânica (SP)



8) PCMS – Primeiro Comando do Mato Grosso do Sul (MS, ligada ao PCC),



9) Manos (MS, RS)



10) TC – Terceiro Comando (RJ, BA)



11) ADA – Amigos dos Amigos (RJ, CE, ES)


12)  TCA - Terceiro Comando dos Amigos (RJ)



13) ADA – Amigos dos Amigos (RJ, CE, ES)



14) IDI – Inimigos dos inimigos (RJ)



15) Amigos de Israel (RJ)



16) Bonde dos 40 (AM, PI)



17) Primeiro Comando do Norte (AM, RR, CE


18) 300 Espartanos (AM)

19) Primeiro Comando da Mariola (RR)

20) Equipe Rex (PA)

21) Bonde dos 30 (PA)

22) Comando Classe A (PA)

23) GDA - Gangue da Ponte (AP)

24) Primeiro Comando do Maranhão (MA)

25) Bondinho da Ilha (MA)

26) Primeiro Grupo do Estreito (MA)

27) B40 – Bando dos 40 (MA)

28) ADM – Anjos da Morte (MA)

29) COM – Comando Organizado do Maranhão (MA)

30) Bonde dos 300 (MA)

31) PCM - Primeiro Comando de Campo Maior (PI)

32) PCE – Primeiro Comando de Esperantina (PI)

33) Facção Criminosa de Teresina (PI)

34) Guardiões do Estado (CE)

35) PCN - Primeiro Comando de Natal (RN)

36) SDC - Sindicato do Crime (RN, PB)

37) Al-Qaeda (PB)

38) Estados Unidos (PB)

39) Comando Norte/Nordeste (PE)

40) Firma (AL)

41) PCM - Primeiro Comando Metropolitano (SE)

42) Comando da Paz (SE, BA)

43) Bonde do Maluco (BA)

44) DPM (BA)

45) MPA (BA)

46) Bonde do Ajeita (BA)

47) Katiara (BA)

48) Comando da Perna (BA)

49) Caveira (BA)

50) Comando Mineiro de Organizações Criminosas (MG)

51) PJL -  Paz, Justiça e Liberdade (MG)

52) Primeiro Comando Mineiro (MG)

53) Primeiro Comando das Minas Gerais (MG)

54) Milícias (RJ)

55) Povo de Israel (RJ)

56) Primeiro Comando de Vitória (ES)

57) CJVC – Comando Jovem Vermelho da Criminalidade (SP)

58) Gaviões da Fiel (SP)

59) Cerol Fino (SP)

60) Comissão Democrática da Liberdade (SP)

61) PGC – Primeiro Grupo Catarinense (SC)

62) PCRV – Primeiro Crime Revolucionário Catarinense (SC)

63) CL – Comando Leal (SC)

64) Serpente Negra (SC)

65) PL- País Livre (SC)

66) PGO – Primeiro Grupo de Oposição (SC)

67) FRC (Força Revolucionária Catarinense)

68) Bala na Cara (RS)

69) Os Tauras (RS)

70) V7 (RS)

71) Os Abertos (RS)

72) Unidos Pela Paz (RS)

73) CPC – Comando Pelo Certo (RS)

74) Amigos Leais (RS)

75) Primeiro Comando do Paraná (PR)

76) Máfia Paranaense (PR)

77) Primeiro Comando da Liberdade (MS)

78) Grupo G (MS)

79) PLD - Paz, Liberdade e Direito

80) Bad Boys (MT)

81) Baixada Cuiabana (MT)

82) Comando Verde (MT)

83) Amigos Leais (RO)

84) Crime Popular (RO)

85) Bonde dos 13 (AC)

Recentemente presenciamos um fato no mínimo estranho, a equipe do candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, deixou aparecer o número 1533, uma referência à facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital), no vídeo de divulgação do jingle do candidato. Um novo vídeo foi lançado com a cena cortada.
 



Agora veja o vídeo abaixo o nível de infecção zumbi hoje em nosso país, e tire suas próprias conclusões:






Observação Importante: Infelizmente tem várias pessoas disseminando  que o voto não é importante devido o nível de corrupção em nosso país, que a melhor coisa é anular o voto em forma de protesto. Só que elas esquecem que na verdade estão cedendo seu direito de escolha a outras pessoas. E consequentemente tornando o seu país cada vez mais instável e perigoso, colocando em risco as suas famílias. Imagine só um exemplo, se o Brasil no cenário atual tem 85 Facções criminosas e 60.000 homicídios de cidadãos por ano, 50.000 estupros e milhões de roubos e furtos, imagine daqui a mais oito anos, segundo especialistas de segurança pública a situação será irreversível. Pense nisso, não delegue sua responsabilidade a outros. 

  
Obras indicadas:


Livro:



Filme:


Série:




Conclusão


Pela analise acima não fica difícil dizer quem foi o responsável pela situação  miserável que a segurança publica nacional está passando. Para se candidatar o fracasso é apontado como vitória e a vida e a integridade física dos cidadãos é banalizada, apresentadas como estatísticas. Pessoas, mães, pais de família, esposas e filhos se transformam em números. Em números manipulados estrategicamente para transformar uma má administração em exemplo de liderança.  

Hoje vivemos em uma situação quase irreversível, situação essa que não podemos  ignorar ou fingir que não nos diz respeito, ou poderemos nos arrependermos amargamente quando atingir alguém próximos a nós. então como preparadores, combatentes, e sobrevivencialistas urbanos, temos que estar sempre atualizados em relação a situação de nosso país, bem como as obras de  nossos governantes, pois isso pode representar a nossa sobrevivência.

Alexandre de Mor... Ah não, esse é o Lex Luthor mesmo.

Dúvidas? sugestões? Deixem nos comentários. Se gostaram deem um curtir e compartilhem. E não esqueçam de clicar em um dos anúncios para nos ajudar a continuarmos com nosso trabalho. Muito obrigado.
  

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Prof. Marcos Antônio Ribeiro dos Santos

  

Colaboração:

 Dr. David S. 

 

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