terça-feira, 9 de outubro de 2018

O Estado X Crianças: Casos de estupros, drogas, e cultura de gênero.




Semana do dia das crianças, nada melhor do que falar sobre a situação da segurança de nossas crianças, em relação a sua proteção pelo Estado. Devido a sua pouca condição de se defender física, e mentalmente o  Estado deve realmente primar pela sua proteção, quando a proteção dos pais não é suficiente dependo do tipo de ameaça. Seja de abusos físicos ou mentais, seja da violência urbana, porém com o advento do ECA (Estatuto da criança e do adolescente) os nossos governistas como sempre criaram uma saída política e pouco funcional, onde menores infratores pertencentes a grupos criminosos são protegidos dos rigores da lei, ou de punições disciplinares de escola. Enquanto isso as crianças que realmente precisam de proteção foram relegadas a viver em um ambiente infernal. 

Com a presença de garotos soldados do crime, as crianças ficam expostas a drogas, centenas de casos de estupro. E se isso não bastasse a própria questão de ideologia de gênero para subverter as crianças. Enquanto medidas importantes que poderiam ser aplicadas para evitar tragédias como a que aconteceu com  a adolescente Leticia Tanzi de 13 anos, morta pelo pai depois dele ter sido solto na audiência de custódia acusado de estuprar a filha e cunhada. Então a quem o ECA protege? As crianças, ou os jovens soldados do crime que tem seus antecedentes criminais apagados quando chegam a vida adulta, não podem ter o rosto , ou o nome divulgado pela mídia, e ainda ficam oito meses apreendidos no caso de homicídio. Nessa postagem vamos ver a situação assustadora que o  Estado colocou nossas crianças, para que de uma vez por todas fique claro que o nosso  governistas são nossos piores inimigos.




O ECAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!



O ECA, Estatuto da Criança e Adolescente, foi instituído pela Lei 8.069 no dia 13 de julho de 1990, durante o mandato do então presidente Fernando Collor. Em tese ela regulamenta os direitos das crianças e dos adolescentes inspiradas pelas diretrizes fornecidas pela Constituição Federal de 1988. Mas na prática só as crianças, e os professores sabem o quanto essa proteção é apenas normativa, e não há efetividade na prática, a não ser para os menores infratores. Mas antes de darmos continuidade, é necessário que olhe atentamente os vídeos abaixo, e tire suas próprias conclusões, sobre a verdadeira proteção que o ECA fornece as nossas crianças, assim como o MEC:












Como podemos ver pelos vídeos acima o estado não se preocupa em nada com a formação educacional, ou a segurança de nossas crianças.  Além da cultura de gênero, as crianças ainda convivem com integrantes de  grupos criminosos, ficando expostos a  drogas e violência física. Para se ter uma ideia da situação hedionda das crianças das crianças das escolas públicas, de acordo com levantamentos só no Rio de Janeiro tem em média, um caso de estupro em escolas a cada cinco dias. De janeiro de 2016 a abril deste ano, 89 casos foram registrados em unidades de ensino, como mostra um levantamento inédito feito pelo EXTRA com base em microdados do Instituto de Segurança Pública (ISP) obtidos via Lei de Acesso à Informação.


Fonte: Site Extra Globo.


De acordo com os dados acima das 82 vítimas com data de nascimento identificada no registro, porém, 74 eram menores de idade na época do crime, e 50 tinham dez anos ou menos. Os casos de abusos sexuais em escolas superam os registros em estabelecimentos comerciais, em prédios públicos e meios de transporte.

Foram registrados, no período, 6.222 casos de estupro no estado, média de 13 por dia. Quatro em cada dez vítimas são crianças, com menos de 12 anos, 444 delas, 7% do total, são bebês de até 3 anos.
85% das vítimas são do sexo feminino. A maior parte dos casos se concentra na capital. Nova Iguaçu e Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, completam o ranking das três cidades com mais registros de violência sexual.

Já em São Paulo Escolas de SP tiveram 967 casos de assédios registrados entre 2014 e 2017, segundo dados do ROE (Registro de Ocorrências Escolares) obtidos com exclusividade pelo R7, via Lei de Acesso à Informação. Esses dados também mostram que no mesmo período foram registrados 50.448 casos de violência nas dependências das escolas estaduais, o equivalente a 34,5 casos por dia. Estes números incluem ameaças, agressões verbais ou físicas, e outros tipos de violência.



Outras 2.351 ocorrências foram registradas para a posse ou encontro de armas no ambiente das escolas no mesmo período, sendo consideradas armas brancas ou de fogo. É como se a cada 15 horas uma arma tivesse sido encontrada dentro de uma escola estadual paulista.



O ROE (Registro de Ocorrências Escolares) foi criado em 2010 e permite o apontamento imediato de situações de vulnerabilidade nas escolas, como episódios de bullying, agressões, depredação do patrimônio público. Sendo que esse sistema da secretária da educação é abastecido diariamente pelas mais de cinco mil escolas estaduais do sistema estadual de ensino. No caso dos crimes de estupro o ano de 2017 foi o com maior número de casos registrados de assédio e/ou abuso sexual nas escolas estaduais paulistas, quando foram registrados 263 casos. Em 2016, por exemplo, foram 201 casos, outros 259 em 2015 e 244 em 2014. Se considerarmos o ano letivo tem 200 dias, ocorreram nos últimos quatro anos nas escolas estaduais de São Paulo, mais de um caso de assédio e/ou abuso sexual por dia.

Agressões e ameaças: Os casos de agressões registrados no sistema da Secretaria Estadual de Educação somam 50.448 casos nos últimos quatro anos. O ano de 2014 foi o mais violento, com 14.816 ocorrências registradas. Em 2015, 13.510 casos foram registrados, enquanto em 2016 houve registro de 11.531 ocorrências. No ano passado, foram 11.221 casos registrados. Os dados mostram uma queda gradual, mas professores e diretores ouvidos pela reportagem afirmam que, por outro lado, a gravidade dos casos aumentaram.

Entre estes casos estão registrados agressões físicas, verbais, ameaças, discriminação, bullying e a ação violenta de grupos e gangues. Os casos de agressões físicas são os mais comuns. Na diretoria de ensino o qual o R7 obteve acesso aos dados, este tipo de violência respondem por 17% das ocorrências registradas em 2017.

Armas nas Escolas: Outro tipo de ocorrência registrada no ROE são a posse ou encontro de armas ou objetos perigosos nas escolas. Foram 2.351 casos nos últimos quatro anos. "Registramos ali desde uma ameaça com um estilete, até estilingue ou casos mais graves, como armas ou facas", explica a diretora que não quer se identificar.

O ano passado foi o com maior número de registros: foram 693 casos de posse de armas. Em 2014 eram 598, 555 ocorrência em 2015, e em 2016, 505 casos foram registrados no ROE. Em outra diretoria de ensino, por exemplo, foram 14 casos de posse ou encontro de armas e/ou outros objetos perigosos em 2016. A maioria deles de armas brancas. Uma escola do interior de São Paulo registrou, em 2015, um destes casos. Uma aluna foi flagrada com uma faca por uma professora e o caso foi registrado no ROE. Mais recentemente, um aluno de 12 anos foi flagrado com um revólver calibre ponto 22 em uma escola estadual. A diretora, além de chamar a polícia, registrou o caso no ROE.

Questões disciplinares: Dos quatro anos que o R7 teve acesso aos dados de problemas em ambientes escolares da rede estadual, 2015 foi o que mais teve registros em questões disciplinares. Segundo os dados oficiais do Governo de São Paulo, houve 23.103 registros de “episódios de indisciplina recorrente, utilização indevida de aparelhos eletrônicos e saída injustificada de atividade pedagógica/sala de aula”. Em 2014, os dados apontam que houve 28.222 registros de indisciplinas. O ano com menos casos registrados foi 2016, com 17.868. Os dados mais recentes, do ano passado, registram 18.391 ocorrências. O ECA só é aplicado quando é para auxiliar menores infratores. Garotos envolvidos com o mundo do crime, são soltos como se nada tivessem feito. Menores envolvidos em crimes de homicídios estão ficando apreendidos nas Fundação Casa em média oito meses.

Contudo um caso que ganhou notoriedade a semana passada, não  apenas pela hediondez do caso em si, mas pela contribuição do Estado para que o fato ocorresse, provando que não há real preocupação da  proteção das crianças e adolescentes, salvo quando estes são integrantes de facções criminosas. A estudante Leticia de 13 anos ficou aliviada ao saber que o pai havia sido preso pelo estupro da cunhada, e denunciou que também havia sido estuprada pelo pai, porém horas depois do flagrante foi solto depois da audiência, indo para casa e matando a filha a facadas. Isso por si só mostra a tendência do Estado sempre em prol do criminoso, com sua política pseudosocial, sempre poupa o lobo as custas do sangue dos cordeiros.




Lembre-se: O fato de você não votar não está mostrando o seu descontentamento, está apenas dando a oportunidade que outro escolha o seu representante do seu País. E você e sua família podem virar estatística a cada piora na situação do país.    
 

Conclusão


Como vimos o ECA não protege nossas crianças, serve apenas de mais um meio para os criminosos se beneficiarem, no caso os menores. Com penas praticamente nulas, e mesmo nas escolas sem qualquer punição disciplinar, as crianças que realmente necessitam de proteção do estado, ficam em um ambiente infernal nas escolas publicas. assim como os professores com convivem em um meio altamente perigoso.

Com violência sexuais, vendas de drogas cada vez mais presentes em nossas escolas, isso sem falar na doutrinação de ideologia de gênero, temos a obrigação como protetores de nossas famílias, e de nossas crianças cobrar de nossos legisladores alterações imediatas na legislação infantil, para que foque de forma legitima naqueles que não podem ainda se defender contra as ameaças do mundo.


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Prof. Marcos Antônio Ribeiro dos Santos

  

Colaboração:

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