domingo, 13 de janeiro de 2019

Diário de Guerra Z: Facções continuam pagando de 1000 a 5000 reais por ataque no Ceará, 347 já foram presos



Membros de facções criminosas voltaram a cometer ataques no Ceará na madrugada deste domingo (13). Uma ponte na BR-116, que passa sobre o Rio Choró, no município de Chorozinho, na Região Metropolitana de Fortaleza, foi atacada com explosivos e o local teve um dos trechos interditados. No interior e na capital, veículos foram incendiados. Não há informações de feridos. A Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) informa que 347 suspeitos já foram presos  por participação nos atos criminosos registrados nos últimos dias no Estado.

Os adolescentes que participam dos atentados têm recebido remuneração que varia de acordo com o delito, indo de R$ 1 mil por ataques à ônibus até R$ 5 mil a incêndio de grandes proporções. Porém as Facções exigem que ataques sejam filmados para liberar pagamento aos criminosos. A gravação seria modo de comprovar o ato criminoso.  O mesmo valor também é designado aos adultos, por ataque.  Até a depredação de iluminação pública é paga, mas há também a exigência dos vídeos para confirmação do crime.

Em sessão extraordinária no sábado (12), deputados estaduais aprovaram um pacote de medidas com o objetivo de combater a onda de crimes. Dentre as matérias aprovadas, estão a convocação de PMs (Policiais Militares) que estão na reserva para retornar as atividades. Outra medida é a a Lei da Recompensa, que paga em dinheiro para quem repassar informações que resultem na prevenção de atos criminosos e prisão de envolvidos nos crimes. As denúncias contra os ataques de facção chegam a 275 por dia, nos números do disque-denúncia 181 e o 190.

Também no sábado, a polícia apreendeu cinco toneladas de explosivos no Bairro Jangurussu, na periferia de Fortaleza. Os explosivos utilizados em viadutos e estabelecimentos públicos e privados têm sido vendidos a R$ 6 mil para criminosos. O Ministério da Justiça confirmou também a transferência de 35 chefes de facção que ordenavam os ataques. Eles serão levados a presídios federais. 

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), para impedir as ações, a Polícia escolta veículos de empresas de energia elétrica e caminhões de coleta de lixo. Reforço na segurança também tem sido oferecido em postos de saúde e hospitais.   


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