quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Killologia aplicada: Zumbis, segurança pública, e guarda-chuvas



Por um lado vemos  63.880 homicídios e latrocínios, e  60.000 estupros somente em 2017, e com mais de cento e vinte facções criminosas espalhadas em todo território nacional. De outro, vemos audiências de custódia para os criminosos,  saída de presos em feriados, indenização por superlotação de presídios, processo e punição para policiais por usarem força contra criminosos, proibição de porte de arma para o cidadão, entre outros benefícios para criminosos.  Com esse cenário vemos um estado que não está só ausente em relação ao cidadão e suas famílias, como também está sendo conivente de forma direta e indireta com o mundo do crime.


E nesses últimos anos, essa conivência com os lobos criou um verdadeiro exército que cresceu e atravessou fronteiras, tanto as físicas quanto legais. Porém  nas últimas semanas vemos o presidente tecem eleito e seus aliados, abraçaram a causa do combate contra o crime. com a intenção de mudar a legislação, manobras táticas como uso de snipers e legitima defesa para o policial, uso de tecnologia de ponta (drones, e aparelhagem de reconhecimento facial) entre outras medidas. Com isso vemos a substituição da visão hipócrita pacifista, com uma visão tática militar do novo governo como o uso de tecnicas killológicas podem mudar a situação caótica. Isso é o que veremos a seguir.


Observação importante: As informações presentes nesta matéria são para o público maior de 18 anos, para fins de conhecimento didático, e treinamento combativo baseado na legítima defesa e estrito comprimento legal que estão em nossa constituição e Código Penal. O uso indevido dessas informações, bem como suas consequências é de responsabilidade única e exclusivamente de quem praticar e desobedecer a lei. Então use o cérebro.



Depois de ler a mensagem acima podem iniciar a leitura do artigo abaixo:




Combate urbano

Quando se fala de confronto urbano em áreas de zona de guerra não tem como não focar em treinamento operacional. No caso do Brasil apesar de existir grupos operacionais em todo o país, com soldados bem preparados a administração pública nunca investiu realmente em acabar com o crime organizado, fazendo que se proliferasse dando origem a dezenas de facções em todo território nacional (Confira o número atualizado de facções acessando o sistema Confac clicando aqui).


A killologia prepara o operativo nesse tipo de cenário (Leia mais sobre killologia clicando aqui), por meio de técnicas de reprogramação mental que envolve áreas da psicologia como gestalt, behaviovismo gerando condicionamento e determinação combativa por meio da  antifragilidade, condicionamento clássico, e operante. O tenente-coronel e professor de psicologia,  Dave Grossman se especialisou no campo da agressão humana e as raízes da violência e do crime violento, desenvolvendo assim  a  killologia. Grossman  ministra  cursos e palestras para as principais agências de segurança, militares e de inteligência do mundo todo para forças policiais e militares devido a efetividade dessa área científica de reprogramação mental.  Depois dos ataques terroristas de 11 de setembro ele é requisitado quase 300 dias por ano, treinando organizações militares e policiais de elite em todo o mundo sobre a realidade do combate.






No Brasil no entanto o condicionamento do operacional da área de segurança é para desencoraja-lo psicologicamente a agir. Quando o policial leva o criminosos no dia seguinte na audiência de custódia, além do criminoso ser liberado, seja por pratica de roubo, furto ou tráfico, o policial ainda responde por tortura com base na declaração do criminoso que foi abordado pelo policial. Em 2017, um ano após implantado o programa de custódia foram 3600 processos de tortura contra policiais, e dai pra frente a situação só piorou. O profissional diante do perigo de perder o emprego e ir preso, se sente desamparado e desmotivado. Somando-se isso temos a imprensa, ONGs e lideranças políticas sempre buscando reprimir as ações das forças de segurança, apesar do cenário de milhares de homicídios, estupros, roubos e facções criminosas fortemente armadas.


 
Na imagem acima o Vice-presidente do Conselho de Direitos Humanos Luiz Carlos dos Santos, condenado a 15 anos de prisão depois de confessar ligação com facção criminosa e criar falsas denuncias de tortura contra policiais.

Mas assim como acontece no Brasil, Dave Grossman sofre  constantes ataques e distorções pela mídia e principais ONGs e associações americanas de direito das minorias. Sendo chamado várias vezes de treinador de assassinos. Em seu livro On Combat , Grossman descreveu a sociedade como habitada por três grupos - ovelhas, lobos e cães pastores.
  
Nesse livro, Grossman escreveu: “Se você quer ser uma ovelha, então pode ser uma ovelha e está tudo bem. Mas você deve entender o preço que você paga. Quando o lobo vier, você e seus entes queridos vão morrer se não houver um cão pastor para protegê-lo.


Dave Grossman sofre ataques constantes da mídia e de grupos ligados a movimentos de minorias raciais.



Agora vamos ver as principais medidas killológicas que poderia ser adotada por nossa segurança nacional:


Sniper: 



O sniper sempre mencionado por Dave Grossman tem a vantagem da objetividade e distanciamento emocional do inimigo. Os snipers são adeptos de técnicas furtivas, de camuflagem, infiltração e observação. O agente de segurança pode agir de forma rápida e segura para neutralizar de forma rápida e efetiva a ameaça. O tiro de comprometimento ao contrário do que é declarado pela mídia de esquerda não tem objetivo de matar, mas de salvar vidas.


Criminoso é morto por Sniper Policial em Ceilândia, Brasília - 2008




Drones: 

 

O drone de combate, tem o mesmo papel do Sniper, porém com menos envolvimento do operacional devido o distanciamento tecnológico com o alvo. Isso auxilia e muito segundo Grossman para a neutralização do alvo de forma objetiva e operacional.

 
Drones: Objetividade, eficiência e impessoalidade.




Excludentes de ilicitude e recompensa



Além do profissional ter suporte técnico para trabalhar, também precisa ter tranquilidade de saber que suas ações de combate ao crime não irão se voltar contra ele no dia seguinte da prisão. Além da excludente de ilicitude, o novo presidente eleito ressaltou que o profissional da área de segurança pública deve ser condecorado pelos seus préstimos, colocando sua vida em risco pela sociedade. Anualmente no Brasil são quase 600 policiais mortos atualmente pelas facções. Muitos pegos de surpresa enquanto chegam na porta de casa, ou em suas folgas.

Policiais salvam idosa de Criminoso armado faz idosa refém após assaltar joalheria no RJ



Serviço de inteligência

  

A killologia aborda que o trabalho operacional em grupo divide o fardo do confronto emocional no momento do combate. Um serviço de inteligência, suporte, e uma cadeia de comando além de trazer uma margem de sucesso maior as operações ainda trazem uma diminuição do conflito referente a ações e decisões durante uma operação. Espírito de grupo e estrutura operacional são pontos altos observados na killologia pois assim como nos outros tópicos trazem distanciamento do operacional e o alvo, já que as decisões operativas são pré estabelecias dentro de uma cadeia de comando, deixando as ações do operativos impessoais.
 



Acabar com a burocracia



 

O Brasil como já abordei em outras postagens não trabalham com base em investigação criminal caso a caso, é utilizado uma peça burocrática chamada inquérito policial. O Inquérito Policial, procedimento  formal investigativo inventado pelo decreto imperial 4.824/1871, e previsto no Código de Processo Penal Brasileiro, é utilizado em apenas mais dois países Quênia e Unganda.


Onde esse procedimento foca em procedimentos formais de declarações, interrogatórios e juntada de laudos sendo remetidos ao ministério público, sendo pouco efetivo dentro da realidade das ruas. E não devemos esquecer que o nosso código penal onde é a base da descrições dos tipos de crimes é de 1941, não acompanhando nem de longe a evolução dos crimes em nossa sociedade. Como o surgimento de facções, explosões a caixas eletrônicos, incêndio em ônibus, assassinato de agentes públicos e outros atos terroristas. A burocracia como sabemos é a base para a corrupção, impunidade e uma estrutura de segurança pública pouco efetiva.




Obras indicadas:

Livros:





Filmes:





Série:


Jogos: 
 






Conclusão:


Dentro de um cenário como o nosso com dezenas de facções criminosas em todo território nacional com armamentos de guerra, com recordes anuais em relação ao mundo, em casos de homicídios, latrocínios, estupros, fora os milhares de roubos não da pra falar de segurança pública sem se falar em preparação tática para confronto extremo.
  
Para isso é necessário investimento técnico e humano. Dentro da killologia vemos diversas formas de desenvolver e dinamizar o trabalho do profissional da área de segurança diminuindo seu envolvimento físico e psicológico no confronto. A mídia, ONGs, e algumas lideranças políticas lutaram durante muito tempo com artifícios e mentiras para enfraquecer as ações dos agentes da área de segurança. Porém uma implosão social cada vez mais  vigente fez os cidadãos acordarem, e direcionar a política do país nessas últimas eleições para uma caminho para a pacificação do país.  mas como sabemos a paz não é de graça: Si vis pacem, para bellum".
     
 
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Prof. Marcos Antônio Ribeiro dos Santos

  

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