quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Sobrevivencialismo Marcial: Revolução tecnodigital, hoplofobia e a ascensão dos lobos



Você é o que mata ou o que morre? Reflita com seriedade e objetividade essa questão, pois ela pode salvar a sua vida. Já ouviu o ditado melhor ser julgado por sete do que carregado por seis? É disso que se trata, conseguir agir sem paralisar quando sua vida e de um ente querido estiver em risco, ou seja sobrevivência em um momento de decisão crítica, pois é isso que nós combatentes urbanos fazemos, nos preparar. Acredite, um país com que só em 2017 teve 63.880 homicídios e 60.000 estupros você não vai querer saber na hora. Sempre falamos aqui sobre a importância da preparação mental no combate urbano (clique aqui para ler nossos artigos sobre killologia). Infelizmente muitos acham extremismo tal preparação e se convencem que é só fazer um curso de autodefesa badalado em um ambiente controlado, ou fazer algum curso de autodefesa e zap, tudo resolvido, mas a prática mostra o contrário. A um tempo atrás um vídeo viralizou na internet de um profissional na área de segurança que puxou a arma ao se ver cercado por vários rapazes em uma briga de trânsito, mas não tem coragem de atirar. Consequentemente tomam a arma dele e atiram em sua cabeça, como podem ver no vídeo abaixo.






Observação importante: As informações presentes nesta matéria são para o público maior de 18 anos, para fins de conhecimento didático, e treinamento combativo baseado na legítima defesa e estrito comprimento legal que estão em nossa constituição e Código Penal. O uso indevido dessas informações, bem como suas consequências é de responsabilidade única e exclusivamente de quem praticar e desobedecer a lei. Então use o cérebro.



Depois de ler a mensagem acima podem iniciar a leitura do artigo abaixo:





A busca pelo Imaterial



A verdade é que a sociedade quando atinge um determinado status quo no seu desenvolvimento, o homem perde o seu perfil primitivo e entrega sua segurança na mão de outros homens, assim foi o nascimento do fraco no surgimento das polis, cidades estado, e depois disso ao longo da história humana foi havendo outras ondas de emasculação devido a revolução tecnossocial, gerando a hoplofobia, onde o individuo não quer e reluta em aceitar pela responsabilidade de proteger a sua vida e relega ao estado, e isso sempre ajudou os lobos a ganhar o poder, se multiplicar, se organizar, e massacrar os fracos, já que não há a mínima resistência, veja isso ao longo de nossa história:  



1ª Onda - surgimento das cidades: 

 
O homem primitivo que caçava para comer, se vestir e proteger o seu bando, e lutava contra tribos rivais evolui e se tornou agricultor, deixando a vida nômade. mas mesmo assim ainda continuava protegendo seu rebanho e matando ladrões. Mas com a evolução social surgiu as primeiras cidades e homens combatentes como na Grécia "hoplitas" ficaram responsáveis pela segurança, enquanto o restante se dedicaram a arte, escultura, filosofia, e com isso desenvolveram a teoria do mundo abstrato, a teoria dos dois mundos de Sócrates. O mundo em que vivemos e o mundo ideal e perfeito do qual o nosso é reflexo inferior daquele. Com esse primeiro afastamento da realidade e a aproximação do abstrato, o homem foi deixando o seu primitivismo e a sua violência, se afeminando. Sendo que o próprio filósofo Sócrates que criou o mundo imaterial perfeito se tornou amante de seu discípulo Platão, e assim se criou a figura do tutor, onde todo jovem de 14 anos era apresentado a um tutor pela família que lhe tomava como discípulo e amante. Assim como o filósofo Aristóteles e  Alexandre, o grande. Isso quase extinguiu  a civilização grega. Os anciões vendo a queda da natalidade criaram a "Festa da carne", onde de tempos em tempos mulheres lindas desfilavam nuas nas ruas principais das cidades gregas em cima de carro alegóricos, e era distribuído vinho de graça aos homens, que embriagados acabavam copulando e engravidando as mulheres, salvando assim povo grego de extinção, e mais tarde a festa da carne se tornou o "carnaval".



2ª Onda - Surgimento das instituições religiosas:


Mais uma vez o homem foi apresentado ao mundo imaterial só que dessa vez, entidades divinas, e seus representantes na terra, os sacerdotes, pregavam sobre a não violência a relacionando com o mal, vemos ai a segunda grande emasculação em massa. Onde os próprios sacerdotes se castraram mentalmente por meio da castidade para se pegar a imaterialidade divina. Não é de se espantar que tais instituições atraiam tantos desajustados sexuais, como pedófilos, já que a sua estrutura é baseada negação do desejo ao corpo feminino, que é descrito como um ser maligno e malicioso, responsável pela queda do homem: Eva. 



3ª Onda: Revolução tecnossocial/marxismo: 



Com a revolução industrial e o surgimento das linhas de montagem, homem perde a sua autossuficiência e descentralizado do papel de produtor lhe resta se transformar em uma peça na linha de montagem. Nesse novo mundo seus descendentes vivem em um mundo onde não sobrou nada em seu poder, ociosos e descontentes deram origem com o advento da escola de Frankfurt no movimento Hippie engendrado pelas teorias desconstrutivas do Sociólogo e filósofo Herbert Marcuse, onde mais uma vez era apresentado o mundo imaterial, só que dessa vez sexo, drogas e rock roll, isso levou ao que seria o inicio do fim da estabilidade da família tradicional, e do homem varão e pai de família, que já não precisava mais caçar para comer, e lutar para defender seu lar. O filósofo alemão Friedrich Nietzsche encontrou nesses dois momentos acima o religioso e a revolução industrial o surgimento do povo ovelha, o fraco, como ele bem descreve na genealogia da moral.


4ªOnda: Revolução tecnodigital: 

Andrógino, mentalmente castrado, e infantilizado Sheldon representa o homem do século XXI.

Com o surgimento da internet e desenvolvimento dos meios de comunicação foi apresentado um novo mundo imaterial, o mundo virtual. Hoje podemos pedir comida e fazer compras pela internet. passamos horas a fio em redes sociais nem observando ou interagindo com a realidade a nossa volta. Temos tudo a mão em um simples toque. com essa nova alienação cultural somos apresentado a um mundo novo, com smartphones e cinema 3D. Onde vemos o surgimento da cultura nerd atingir seu potencial máximo. Podemos ver como exemplo o personagem Sheldon de Big Bang Theory, apesar de ser um sitcom vemos uma caricatura do mundo imaterial digital que vivemos hoje, responsável pela emasculação do homem atual, o colocando em um mundo quase infantil. Onde a cada dia da semana ele se encontra  com seus amigos para jogar games de última geração, ou ir ao cinema assistir filmes de fantasia, ou loja de quadrinhos toda quarta comprar revistas de super-heróis. Vemos Sheldon e seus amigos falando um tempo todo sobre uma cultura que é baseada em produtos licenciados: séries, filmes, games. Sheldon tem relação sexual com sua namorada uma vez por ano, não para ter prazer, mas como deixou claro várias vezes como uma forma de favor pra ficar bem com ela. Não é a toa que nesse mundo da imaterialidade digital é comum vermos o tempo todo tanto movimentos, opiniões e comentários pacifistas que pregam de maneira extremista a não violência, e se posicionam contra o direito de se armar, e também não é a toa que a cultura de gênero se expandiu e se adaptou tão bem no mundo atual, onde homens querem ser mulheres, segundo pesquisas recentes nos Estados Unidos, 70 por cento dos milênios, jovens nascidos no século XXI são bissexuais, e segundo os cientistas isso será a tendência natural da evolução social. 


A eterna busca pelo imaterial sempre impediu o homem de conquistar o mundo físico, sendo assim dominado pela realidade fria  e violenta a sua volta.


Conclusão:



Quer gostemos ou não, devemos ter consciência que  mesmo nós sobrevivencialistas, preparadores  e combatentes  urbanos vivemos cercado nessa realidade imaterial, e simplesmente fazer uma academia de combate duas ou três por semana, ou ir no estande de tiro de vez em quando não nos dará a violência, ferocidade e brutalidade necessário em um momento de crise extremamente violento que possa nos matar e nossa família. Se faz necessário diante de tanta exposição a esse mundo tecnodigital uma reprogramação mental. Um trabalho sério para você encontrar violência extrema, primal, e viril dentro de você para utiliza-la como ferramenta  de combate. 

 
Então seja sincero e responda a questão do titulo, o seu eu atual é capaz de matar? Se não você é um soft target, ou seja quem morre. Não deixe o lobo aparecer, estude condicionamento mental e desenvolva seu autoconhecimento para que encontre o seu eu natural. Bons estudos: Semper fi.


  

E não esqueça de  visitar nossa biblioteca sobrevivencialista virtual, clicando na imagem abaixo: 


http://centrodeestudomars.blogspot.com.br/p/biblioteca.html


Prof. Marcos Antônio Ribeiro dos Santos

  

Colaboração:

 Dr. David S. 

 

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