segunda-feira, 11 de março de 2019

Diário de Guerra Z: Governo de São Paulo não dá descanso contra o crime organizado



O governo de São Paulo graças a seus agentes de segurança, polícias militares e civis, continua acumulando várias vitórias contra a facção criminosa paulista, graças ao ótimo trabalho coordenado da policia.

  
Bitcoin: Em três de março tivemos a operação a Força Tática da Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP) recebeu uma denúncia anônima e localizou uma mineradora de bitcoin. De maneira sofisticada o crime organizado, bem complexo, transformando o dinheiro ilícito de tráficos e roubos em bitcoin. Depois de receberem informações pelo Disque-Denúncia de que uma pessoa filiada a uma facção criminosa de São Paulo mantinha uma casa com ilícitos, os policiais seguiram para o local (não identificado nas imagens) que foi cercado e a casa invadida. Por ser uma abordagem incomum na rotina dos policiais, eles enviaram fotos do equipamento a um especialista que confirmou que se tratava de uma mineradora de criptomoedas. Também foram encontrados um notebook, um cofre e uma maquininha de cartão. A polícia recolheu, então, todos os equipamentos e os levou para o 47º Departamento de Polícia de Capão Redondo, bairro da Zona Sul de São Paulo.

 
Protocolo Fantasma: No dia 20 de fevereiro pela Polícia Civil de São Paulo prendeu um membro do Primeiro Comando da Capital (PCC). Segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, ele foi preso na manhã de hoje em um condomínio de luxo em Mongaguá, no litoral paulista. Ele seria o responsável por enviar armas e munições para integrantes de facções em todo o país. Além dele, outras oito pessoas foram presas, sendo que quatro delas já estavam detidas em unidades prisionais.

"Ele mandava armas e munições para sua facção e organizações amigas no país inteiro. Também fazia o financiamento por meio de transferências bancárias que estão sendo rastreadas”, disse a delegada Leslie Caram Petrus, titular da 4ª Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise).

A operação Protocolo Fantasma  é resultado de um trabalho investigativo que durou um ano, derivado da operação Echelon, que prendeu 65 pessoas em junho do ano passado. Durante a operação de hoje foram apreendidos diversos celulares, anotações, documentos e contabilidades. A operação contou com a participação de 100 policiais civis para o cumprimento de onze mandados de prisão e nove de busca e apreensão em São Paulo, Paraná, Pernambuco, Tocantins e Mato Grosso do Sul. Além do integrante localizado em Mongaguá, outras oito pessoas foram presas, sendo que quatro já estavam detidas em unidades prisionais“ A prisão realizada hoje significa um forte golpe para a facção. Outras medidas estão sendo adotadas para dificultar e desmantelar a organização. Vamos mexer com a parte mais importante, que é a patrimonial e financeira”, disse a delegada.



Sorveterias e lavagens de dinheiro: No dia primeiro de março o empresário, Agnaldo Pires, suspeito de lavar até R$ 2 milhões por mês para a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), numa operação da Polícia Civil, em Sorocaba, interior de São Paulo. De acordo com a investigação, o suspeito comandava a contabilidade de pontos de venda de drogas na zona norte da cidade e utilizava seus estabelecimentos comerciais para dar aparência legal ao dinheiro. Agnaldo Ferreira Pires, de 42 anos, é dono de quatro sorveterias, um buffet infantil e uma chácara de eventos na cidade.



O suspeito foi preso em sua casa, localizada em condomínio de alto padrão, na zona industrial do município. Com apoio da Guarda Civil Municipal, a polícia fez buscas numa das sorveterias e na residência do suspeito, onde foram encontradas drogas prontas para distribuição. No total, foram apreendidos mais de 20 quilos de drogas, totalizando 7,2 mil porções de crack, cocaína e maconha. Os policiais apreenderam uma máquina de contar dinheiro, cadernos de anotações e rádio comunicadores, além de um veículo.



As investigações aconteciam desde o ano passado, quando a polícia prendeu pessoas ligadas ao tráfico na zona norte de Sorocaba. Pires foi apontado como um dos mais influentes líderes do PCC na cidade. De acordo com a Polícia Civil, enquanto cada sorveteria do empresário tinha um lucro real de cerca de R$ 2 mil mensais, o lucro obtido com o tráfico podia chegar a R$ 2 milhões. Depois de distribuir a droga aos 'gerentes' de pontos de tráfico, o empresário recolhia o dinheiro dos traficantes e repassava para outros membros da facção, ficando com uma parte, para lavar o dinheiro, o empresário inflava o lucro das sorveterias.




Em 2019 podemos observar já nesse inicio de ano o resultado de muito trabalho que já vinha sendo desenvolvido pelas forças de segurança do estado. Parabéns a esses heróis que se colocam em situação de risco e buscam trazer a ordem em um país até então desgovernado pela "democracia" vermelha. 
 
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Prof. Marcos Antônio Ribeiro dos Santos

  

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